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Artigo exclusivo

Acordos Made in China

Beijing precisa mais de Washington do que o contrário. São duas economias desiguais que não eliminaram no último encontro as diferenças

07 de junho de 2026 às 01:30

Há umas semanas, o Boeing presidencial americano tocou na pista de Pequim ao início da manhã. O presidente Donald Trump aterrou na China e foi recebido por Han Zheng, vice-presidente da República Popular, num gesto protocolar, acredito, deliberadamente discreto. A delegação que o acompanhou, composta por executivos como Tim Cook, Elon Musk e Jensen Huang, sinalizou o verdadeiro tom da visita. A agenda era declaradamente económica, com foco em compras agrícolas, encomendas à Boeing e tecnologia aeroespacial, e inclui a proposta de criação de um Conselho de Comércio bilateral para bens não sensíveis em matéria de segurança nacional. Numa altura em que as duas maiores economias do mundo formalizam uma trégua, importa olhar para os números por detrás da fotografia.

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