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Artigo exclusivo

Agostinho Pinto: “Não sei o que teria acontecido se eu não comandasse a coluna”

Com a guerra civil instalada e a urgência de ter de sair de Malanje, aceitei ir na frente de uma coluna de 100 viaturas e 500 pessoas.

09 de março de 2022 às 11:00

11 de março de 1975, 13 meses depois de ter chegado a Angola, sou informado pelo 1º sargento Simões Dias que, por ordem do capitão Martinho, teria de ir para a mata e instalar uma equipa na escuta nas imediações do aeroporto em Malanje. No dia 28 de maio, pelas 16h30, ouviram-se morteiradas e começámos a ver Malanje a arder. A guerra civil estava instalada.

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