O Mini encarnado custou 56 contos e 160 escudos. Jorge frequentava o último ano de Medicina quando o pai lho ofereceu, em 1971. Madalena casou com Jorge e adoptou o Mini. Hoje, 36 anos depois, a professora recorda-o com emoção.
Traz-lhe de volta o Jorge e a Madalena que estavam a começar a vida. “Não tínhamos emprego, dinheiro, recursos. Tínhamos projectos e tempo à nossa frente.” Não precisavam de mais nada para se fazerem ao caminho.
Mais giro do que ter um Mini – como na época garantia o slogan – foi “ter 20 ou 25 anos, partir de Lisboa com uma tenda e pouco mais, rumo a qualquer destino que apetecesse no caminho”. E continuar a viagem com um filho, que comia bananas no banco de trás, acomodado entre o material de campismo.
O carrinho encarnado nunca deixou a família ficar mal. “Quando era preciso viver dentro do Mini, vivia-se."
Em 1976 ficaram à porta do parque de campismo de Interlaken, na Suíça. Tinham chegado atrasados e nem vendo-os ali com uma criança de um ano e meio, o guarda do “camping” lhes permitiu a entrada. Madalena, Jorge e o filho passaram a noite na ‘pensão Mini’. De manhã lá entraram no parque.
Um ano depois, enquanto esperavam pelo “ferry” que os levaria da Dinamarca a Malmo, na Suécia, dormiram de novo no Mini. DG-79-96 era a matrícula dele. Foi há quase quarenta anos – o petiz que comia bananas no banco de trás a caminho da Suécia é um homem de 32 – mas Madalena lembra-se. “O Mini está associado a uma fase da minha vida particularmente feliz.”
Mais tarde, à espera de um segundo filho, a família desfez-se do Mini em favor de um automóvel mais espaçoso – um Toyota. O que quer que lhe tenha acontecido depois, o carrinho vermelho permanece uma peça importante na história desta família – como um retrovisor ou espelho lateral, capaz de reflectir o que ficou para trás.
Uma imagem vale mais do que mil palavras. E fica mais tempo na memória. Não admira por isso que, questionado acerca do significado social do Mini nos anos 60 e 70 em Portugal, o historiador António Costa Pinto se lembre imediatamente de uma que serviu de capa de um livro. “Mostra duas mulheres de mini-saia encostadas a um Mini. Em cima do tejadilho está uma telefonia”. Não era só um carro, era um símbolo de modernidade, a par das calças boca de sino e das saias curtas.
Diferenciava-os, naturalmente, o preço. “Mesmo assim, os carros eram caros”, observa o historiador e investigador do Instituto de Ciências Sociais (ICS) com trabalho publicado sobre o Estado Novo.
O Mini foi também, a partir dos anos de 1965/66, sinal exterior de “afirmação da classe média”.
UM MINI COMO PRENDA
Mais giro do que ter um Mini é ter dois – um para a Margarida, o outro para o Ricardo, um casal de Vagos, em Aveiro. Os carros, ambos verdes, são exactamente iguais. O de Margarida foi presente de aniversário do marido.
Foi ele quem trouxe a antiga paixão, pelo carro, para o casamento. Mal sabia que ela havia de tomá-la tanto ou mais a sério. De tal maneira que acabou por assumir a presidência do clube MINInos, com sede em Vagos e núcleos em várias regiões do País.
Há seis anos os recém-casados passeavam em Ovar quando o viram estacionado à porta de um café – um Mini Mil cinzento de 1989. E eles sem dinheiro nem cheques. Não era o local de um crime (pois o desejo é, quando muito, um pecado), mas eles voltaram lá. Prevenidos. “Já tinha sido vendido.”
Nada que não se resolvesse. O casal seguiu o rasto do comprador e comprou-lhe o carro a ele – por 600 contos. Ricardo acabou por trocá-lo por outro do mesmo modelo e assim sucessivamente, até lhe chegar às mãos o volante do que conduz hoje, de 1990, verde, com tecto de abrir, tal e qual o que ofereceu depois a Margarida.
Os anos 60 já lá vão. O Mini não foi com eles. Hoje é estimado por gente na altura nem sequer nascida. Porquê? “Como é pequeno, é mais fácil fazer manobras e conduzi-lo faz-nos sentir um friozinho na barriga”, explica Margarida. “É um carro com pinta”, diz Domingos Piedade, director do Circuito do Estoril e comentador de Fórmula 1.
Pinta só, não. Hiper-mega-super pinta, corrigem os filhos de Ricardo e Margarida, dois como os minis, mas não gémeos. O Ricardo tem 5 anos e pose de homenzinho. O Rodrigo 3, idade que lhe permite confundir os carros da mãe e do pai com os seus de brinquedo.
“Eles adoram os carros. Não querem ficar comigo se o pai sair com o Mini”, conta Margarida, que não perde tempo a lamentar a preferência. Quem sai aos seus não degenera. Menos ainda quando deles herda as paixões.
UM MINI AZUL E AMARELO
Mal acabou o curso de Engenharia Civil, em 2002, Sílvio Baptista comprou um Mini. “Era de uma senhora aqui de Castelo Branco que o tinha muito estimado, na garagem.” O Mini, de 1975, percorrera apenas 40 mil quilómetros.
Pagou por ele 750 euros e depois, com o auxílio gracioso de um mecânico, desmontou-o completamente. “Os vidros estavam riscados, a pintura queimada, o motor era antigo.” Recuperá-lo custou mais um zero à direita do valor da aquisição – 7500 euros.
O carro era vermelho. Sílvio quis dar-lhe um toque pessoal. Escolher a nova cor não foi decisão fácil. Pensou em pintá-lo de azul, mas havia “muitos Minis azuis”. Decidiu então torná-lo amarelo. Durou até concluir que ‘canarinhos’ também eram aos molhos. O que decerto marcaria a diferença era pintá-lo de azul e amarelo. E assim foi. “Não passa despercebido”, diz o engenheiro albicastrense, visivelmente tomado de amores pelo bólide que afirma conhecer “até ao último parafuso”.
Quem não compreenda esta fixação, tem bom remédio: um passeio. Sílvio dá o exemplo da mulher, que não gostava do Mini até ao dia em que a levou no carro para uma volta. “Passou a gostar também.”
No caso de Sílvio, deve ser “coisa de família” – o pai comprava Minis para participar em provas de perícia. O engenheiro cresceu perto deles e aprendeu a conduzir num. Mais giro do que ter um Mini é ter um que transporta memórias.
ALEC ISSIGONIS FEZ O PRIMEIRO ESBOÇO SOBRE A TOALHA DE MESA DO RESTAURANTE
A história do Mini começou, em boa verdade, à mesa de um restaurante, decorria o ano de 1957, durante um almoço de trabalho para o qual o então presidente da BMC (British Motor Corporation), Leonard Lord, convidara o seu engenheiro-chefe favorito, Alexander (Alec) Arnold Constantine Issigonis, a quem lançara o desafio: conceber um automóvel o mais pequeno possível, económico e que fosse capaz de satisfazer a crescente necessidade de mobilidade individual da sociedade britânica da altura.
Logo ali, sobre a toalha da mesa, Alec Issigonis, mais tarde agraciado com o título de Sir, fez o esboço do projecto daquele que viria a ser o tal automóvel de pequenas dimensões, económico, com capacidade para acolher quatro passageiros e ainda um compartimento para bagagem.
Mas esse esboço, de um automóvel de cerca de três metros de comprimento, só ganhou forma seis meses do dito almoço e o primeiro protótipo do modelo ficou pronto a rodar apenas em Julho de 1958.
No entanto, foi preciso esperar mais de ano até à data do seu lançamento oficial, o que aconteceu em 29 de Agosto de 1959, com as designações de Austin Se7en e Morris Mini Minor. Mas ao contrário do que pretendiam Leonard Lord e Alec Issigonis, não foram as classes média e baixa a comprá-los, e sim executivos, estudantes e mulheres com algum poder aquisitivo.
O ‘boom’, esse, deu-se a partir de 1962, quando as pessoas de menores recursos começaram a valorizar a sua economia, os jovens descobriram as suas qualidades dinâmicas e as mulheres viram nele uma forma de independência. Depois disso, ninguém mais conseguiu parar a carreira desse modelo concebido por Alec Issigonis, um engenheiro filho de pai turco e mãe alemã, nascido em Smyrna (Turquia), em 1906 (faleceu em 1988).
E se em 1962 foram produzidas 116.000 unidades, três anos depois atingiu-se o primeiro milhão, para em 1969 se chegar ao segundo milhão e em 1972 ao terceiro.
As suas influências na sociedade foram muitas, ao ponto de em 1964 a conhecida estilista britânica Mary Quant ter-se inspirado no Mini para baptizar aquela que foi uma peça feminina por excelência: a minissaia.
A evolução do Mini ao longo dos anos foi constante. O seu primeiro motor a gasolina, colocado à frente em posição transversal, era de apenas 850 cm3 (37 cv), seguindo-se o de 1.0 litro (40 cv). Não muito mais tarde recebeu um novo motor, este de 1.275 cm3 (63 cv), e alguns anos depois chegou a dispor de um motor de 1.4 litros.
Os novos Mini, agora sob a batuta da BMW, vem equipados com modernos motores a gasolina (potências de 95 e 175 cv) e até um turbodiesel de 110 cv. No campo desportivo, o Mini Cooper venceu por três vezes o famoso Rali de Monte Carlo, à frente de ‘máquinas’ mais potentes.
"BATIA COM PINTA OS GRANDES DA PORSCHE E DA FERRARI" (Domingos Piedade, ex-co-piloto de ralis e comentador de Fórmula 1)
Tenho uma relação afectiva o Mini. Foi com este carro que fiz os primeiros ralis e me iniciei no desporto automóvel. O meu primeiro Mini era vermelho com a capota branca. O último também. O primeiro, de 1965 ou 1966, já não me lembro bem, tinha um aspecto aspecto menos “raceé” do que este último, todo artilhado, com mais técnica. O último pertenceu ao César Torres.
Nos anos 60 e 70 o Mini era um carro giro, que ficava bem a toda a gente - ao pai, à avó, ao amigo... Dava para correr e para andar com ele todos os dias. Se comparamos o Mini de antigamente com o de hoje, é claro que se exige mais deste, que até é maior. Pondo um ao lado do outro, o moderno parece 50 por cento maior em relação ao antigo. Mas “it’s just another car” (um carro como outro qualquer).
O Mini antigo tinha pinta. Dizia qualquer coisa às pessoas, mesmo só 40 ou 45 cavalos.
Quando surgiu o Mini Cooper, é que foi engraçado - um Mini, conduzido por Paddy Hopkirk, que tinha inventado um acelerador estilo colher, ganhou pela primeira vez o rali de Monte Carlo.
Em 1966 voltou a ganhar um Mini mas foi desclassificado por causa dos faróis - não estavam de acordo com o regulamento. Na chuva e a descer, o Mini batia todos os outros. Um carro pequenino ganhava aos Ferraris, aos grandes das corridas. Era a tradução automobilística da história bíblica de David e Golias.
Nas suas várias versões, o Mini tornou-se um mito praticamente no Mundo inteiro ao mesmo tempo. Não foi só na Europa. Também nos Estados Unidos fez sucesso. Era um carro revolucionário do ponto de vista técnico, com motor transversal, pequeno e rápido. Naquela altura todos tinham um Mini e mesmo os que não tinham lhe achavam piada. Gostavam que ele fosse assim tão atrevido, capaz de ganhar aos grandes.
É de facto impressionante o “feelling” de Alec Issigonis, engenheiro de desenvolvimento que teria já uns 50 anos quando imaginou um carro tão pequeno de que as pessoas gostaram tanto durante tanto tempo.
Onde pára o meu primeiro Mini? Não sei. Perdi-lhe o rasto. Como à primeira namorada.
QUANTOS É QUE CABEM NUM MINI
Foram, se a memória não falha a Júlio Isidro, 22 os que conseguiram enfiar-se num Mini. Eram os anos 80 e o programa chamava-se ‘O Passeio dos Alegres’.
Tinha sido “uma invenção maluca” de Júlio Isidro, que lembra a única interdição do concurso: não podiam entrar crianças no Mini, cuja suspensão tinha sido propositadamente reforçada para o efeito. O apresentador ainda não percebeu como aconteceu. Certo é que, num minuto, 22 pessoas enfiaram-se lá dentro. “Acomodaram-se rapidamente em cima do tablier, no porta-bagagens, junto aos pedais...” Fecharam-se as portas durante 10 segundos. Nunca tanta gente entrara e saíra de um Mini. “É verdade que a equipa vencedora era formada por pessoas relativamente baixas e magras...”, recorda Júlio Isidro, garantindo que nenhum dos 22 saiu magoado da aventura. O Mini também saiu ileso.
UM CLUBE REPRESENTADO POR TODO O PAÍS
O clube MINInos – com sede em Vagos e núcleos em Braga, Penafiel, Pinheiro da Bemposta, Paranhos da Beira, Coimbra e Castelo Branco – é um dos que alimenta a paixão pelo carro desenhado por Issigonis há 50 anos. É responsabilidade de cada núcleo organizar uma concentração por ano.
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