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Artigo exclusivo

Aplicações de encontros: A era do Tinder, amor

Tiveram um ‘boom’ na pandemia e vieram para ficar, sobretudo pelo comodismo de escolher através da Internet e pelo medo da rejeição.

17 de abril de 2022 às 01:30

Numa noite de abril de 2020, quando o País estava confinado e as televisões não paravam de bombardear com a pandemia, Joana arrastou-se do sofá para a cama e tomou uma decisão. "Estava a deprimir em casa sozinha e então resolvi instalar o Tinder para me entreter. Não tinha o objetivo de me encontrar com ninguém, mas mais passar o tempo, numa altura em que não tinha nada para fazer fora de casa até porque estava em teletrabalho", conta a responsável pelo marketing de uma empresa numa altura em que o País ainda não largou as máscaras, mas vive uma fase mais tranquila da pandemia que assolou o mundo.

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