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Artigo exclusivo

De polícia a ladrão

Os colegas viam-no como um inspetor exemplar. Mas, depois de deixar a PJ, Paulo Pereira Cristóvão abraçou o crime .

09 de março de 2015 às 11:05

O inspetor Paulo Pereira Cristóvão tem pela frente João Cipriano, tio de Joana, a menina desaparecida. Os investigadores têm a plena convicção de que João e a irmã, Leonor, mãe de Joana, mataram a menina de oito anos e esconderam o corpo, mas ambos recusam a autoria do crime. Polícia e suspeito estão sentados frente a frente, separa-os uma mesa vazia e ao lado está uma máquina de venda automática de chocolates e outros produtos alimentares. Pereira Cristóvão estende o braço, convida João Cipriano para um braço de ferro. Durante seis horas, ficam assim, em silêncio, as mãos enlaçadas em ponto morto, sem fazer força para nenhum dos lados.

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