Grandes executivos mundiais trocam o luxo pela selva, as mordomias pelos imprevistos, o conforto pela aventura. São pessoas que decidiram colocar um pouco de aventura no seu quotidiano.
Qual a razão por que tantos presidentes e administradores de empresas, em Portugal como em todo o mundo, uma vez por ano optam por abandonar o fato e a gravata, deixar os papéis e as novas tecnologias, largar os títulos académicos e os cargos de gestão e trocam o conforto das suas casas em condomínios privados por ‘lodges’ primitivos, necessidades ao ar livre, refeições à beira da estrada e o convívio permanente com o pó e o calor, em ambientes inóspitos onde têm de lutar diariamente contra terríveis bichos, dos enervantes rastejantes aos desesperantes insectos, e até mudar um pneu a 20 metros de uma manada de elefantes? Assim descrito, pode parecer uma opção estranha. Mas é uma necessidade real.
Alimentar a alma e não só a mente, cultivar o espírito e não só o corpo, “ser” e não só “ter” é o que procuram as elites profissionais, e a razão porque optam pelo turismo de aventura. Que ao quebrar a rotina diária de uma forma drástica, e ao colocar o ser humano em confronto com a natureza e com a sua essência, permite eliminar distâncias emocionais, familiares, físicas e espirituais, além das mais óbvias terrestres.
Por isso, cada vez mais os gestores de topo das grandes empresas, nacionais e mundiais, prescindem do ‘status’ e abdicam de férias em elitistas resorts, preferindo partir simplesmente à descoberta do mundo selvagem e das culturas antigas, das outras gentes mas também, e sobretudo, de si próprios. Como simples pessoas. Como românticos aventureiros.
"O BERÇO DA HUMANIDADE"
E foi esta necessidade, real e actual, de colorir a rotina diária e o stress empresarial com umas pitadas de aventura que inspirou a expedição Hyundai Tucson Coast to Coast. E foi na senda dos feitos dos lusitanos pioneiros, que nos séculos passados se lançaram à descoberta do continente negro, que o Entreposto VH desafiou um grupo de jornalistas e clientes para mais uma exploração portuguesa, mais uma descoberta de emoções, desta vez uma aventura rodoviária por uma rota nunca antes efectuada.
Atravessar África da costa do Atlântico à costa do Índico, da Namíbia a Moçambique, passando pelo Botswana, Zâmbia, África do Sul e Suazilândia, 6500 kms a ver desfilar toda a diversidade daquele que é considerado “o berço da Humanidade.” 21 dias de aventura e adrenalina, antecedidos de 10 meses de planeamento e suportados por um orçamento de 500.000 euros, tendo em conta a impressionante logística motivada pelas condições geográficas, climatéricas e políticas, a burocracia dos vistos e autorizações, as hospedagens e alimentação, os imprevistos africanos e as necessidades mecânicas, mas também os requisitos dos modernos turistas, com as desejadas vivências do típico, étnico e selvagem, e as ambicionadas experiências dos safaris nocturnos, dançar com bosquimanes ou conversar com himbas.
VIAJAR É UMA FORMA DE AMAR
E quando o CEO da HPP EuroRSCG ouviu falar na expedição Tucson, não teve dúvidas. Para além da necessidade de compensar o desgaste da carreira de publicitário, que a par de controlador aéreo é considerada uma das mais stressantes profissões do mundo, o dinâmico executivo Mário Rui Silva sempre cultivou as viagens de família.
Mas agora, com a recente separação, sentia ainda mais a necessidade de promover uma íntima relação com os filhos. Com o Tiago, o mais velho, tinha viajado no ano passado. Mas o Vasco, um jovem empresário que colabora na agência presidida pelo pai enquanto lança a sua própria empresa de produção audiovisual, ainda não conhecia África.
E como o TT é uma paixão comum, que o filho herdou do pai, e o Mário sonhava regressar a Moçambique, país onde tinha feito a tropa e de onde guardava excelentes recordações, esta era uma oportunidade a não perder. Sozinhos, sem a logística da Hyundai, seria impossível, pelo que comprar o SUV Tucson e os 6500€ por pessoa era um preço que valia a pena pagar.
A cumplicidade da aventura, as emoções partilhadas, as experiências vividas, as descobertas comuns e as recordações eternas foram a justificação a viagem. E é o princípio que justifica a relação do Mário e do Vasco, um pai e filho de 53 e 25 anos que, contrariando o habitual conflito de gerações, ao longo das 24 horas dos 21 dias em que partilharam o comando do Tucson e dividiram os quartos dos lodges, tiveram sempre motivo de conversa.
O administrador do Santander/ Totta viu a carta da Hyundai na mesa de um colega do Banco, e nem hesitou. O sucesso profissional nos exigentes números & títulos, bolsas & OPA, aquisições & fusões com que lida no seu dia-a-dia precisa de ter por base um sucesso pessoal. Por isso, o dr. Stock da Cunha de fato e gravata que circula pela selva financeira não dispensa o Eduardo de jeans que explora a selva tropical.
Da mesma forma que o gestor financeiro e a Maria João, a mulher por quem se apaixonou há 10 anos, não prescindem das suas ‘luas-de-mel’ anuais. Além de constantes escapadinhas de 3 dias em capitais europeias, fazem sempre três semanas de romance que, no colégio, as três filhas do casal, com sete, cinco e dois anos, traduzem por “Os pais estão a namorar.”
Um casal que alimenta o romance nas expedições em que explora o mundo, destinos longínquos que encurtam as distâncias maritais, numa relação onde o riso é uma constante e se percebe que sentem verdadeiro prazer na companhia um do outro.
Depois do Chile, Patagónia, Argentina, Peru e Guatemala, o último aniversário de casamento foi celebrado num romântico jantar que teve como cenário as cataratas de Vitória, em Livingstone, uma das paragens da expedição Hyundai Coast to Coast, em que participaram seduzidos pelo slogan ‘Ponha Aventura na sua Rotina’.
Afinal, a razão da felicidade conjugal do Eduardo e da Maria João, um casal que acredita que viajar é uma forma de continuar a amar. E na longa viagem de Portugal à Namíbia, o executivo de 43 anos e a antiga velejadora de 39 dormiram sempre abraçados no avião.
O INÍCIO DA AVENTURA
A partida oficial da aventura Tucson Coast to Coast decorreu junto ao padrão do Diogo Cão, na Costa dos Esqueletos, tendo por testemunhas milhares de focas. Recolhida a fria água do Atlântico para uma garrafa, que connosco iria percorrer os cerca de 6500 kms, iniciou-se a expedição africana em direcção a Moçambique e às quentes águas do Índico.
Primeiro na companhia das míticas dunas da Namíbia, depois ao longo do verde Damaraland até ao Etosha Park, já num cenário de savana. Onde o pó obrigou a substituir os filtros de ar dos carros, o que forçou o administrador Eduardo, habituado ao seu fiel motorista, a ter de aprender a sua localização, enquanto a Maria João se entretinha a fotografar os primeiros animais que encontrámos: girafas, kudus e elefantes.
COAST TO COAST
Mais tarde, os leões. Os técnicos presentes no Hobatere Lodge desafiaram-nos para os acompanhar na busca de uma leoa, a quem precisavam de substituir a coleira que lhes permite seguir e estudar estes felinos. E logo a 500 metros dos nossos quartos foi visualizada a fêmea e disparado o dardo com o anestesiante.
Depois da operação, todo o grupo tirou fotos ao lado da inanimada ‘rainha da selva’, menos a João, que preferiu ficar no jipe, atenta à outra fêmea, essa bem acordada, que nos observava a poucos metros.
Ainda na Namíbia, visita às cataratas de Epupa e a uma aldeia Himba, para conhecer este povo em vias de extinção. Regresso a Hobatere, com direito a ‘night game drive’, em busca de mais animais. Mas, com a chuva, estes decidiram não colaborar na aventura lusitana.
Continuando a atravessar o parque Etosha, fomos de encontro ao Etosha Pan (o lago seco com o tamanho da Suíça) e a um autocarro de dois andares cheio de turistas alemães de visita à sua ex-colónia, com quem o Mário fez grande sucesso fotográfico pois, nesse dia, pai e filho tinham-se apresentado com umas cabeleiras coloridas, um dos vários artefactos com que se tinham divertido a planear esta tão desejada viagem.
De vez em quando a surpresa de ter rede de telemóvel, momentos que a João imediatamente aproveitava para telefonar às filhas e o Vasco para responder aos milhares de sms. Já na Bushmanland, visita a uma aldeia nativa, onde a Maria João comprou colares e se comoveu com o estado primitivo em que este povo ainda vive.
Breve entrada no Botswana, acompanhados por grandes trovoadas e súbitas mudanças de temperatura, com variações superiores a 10 graus em menos de 20 minutos, e onde apareceram os primeiros hipopótamos e crocodilos. Depois, regresso à Namíbia, até chegarmos a Namushasha. Seja por causa das chuvas ou da proximidade com o rio, o Eduardo foi obrigado a recorrer a dotes de artes marciais para conseguir entrar no quarto, tal o ataque aéreo de insectos a que fomos submetidos.
Para de seguida entrarmos no 3.º país da expedição: a Zâmbia. E começa aí uma nova África, com muito mais ruído e cheiro, mais cor e mais pessoas. Em Livingstone, marido e mulher e pai e filho não dispensaram o voo de helicóptero para sobrevoar as cataratas de Vitória. Sempre impressionantes, mesmo que com pouca água, dado estarmos no princípio da época das chuvas.
E ao jantar o vinho é oferecido pelo casal Stock da Cunha. Comemora-se o sétimo aniversário do seu casamento e comemora-se também metade da expedição Hyundai Coast to Coast.
Sempre em direcção a Este, sempre em direcção ao Índico, mas já a apontar para Sul, as fronteiras sucedem-se e, no mesmo dia, entramos e saímos na Zâmbia, Botswana e Namíbia. Alguns postos fronteiriços são realmente surpreendentes para a mentalidade europeia, como uma minúscula ilha de areia no rio Chobe, onde aportamos de bote, sob uma imensa chuva, já depois da travessia de ferry no rio Zambeze.
O jantar volta a ser sabotado por insectos, mas a boa disposição mantém-se e, ao luar, canta-se a Portuguesa, o fado e os Jardins Proibidos. Continuando a descer para Sul, breve paragem em Francistown, a segunda cidade do Botswana, para atingirmos o rio Limpopo que, curiosamente, reencontraremos no fim da viagem.
E nas suas margens, a reserva Tuli. Fascinados com a beleza do Thuli Block, a João e o Eduardo combinam com o casal de gerentes regressarem brevemente ao ‘logde’, mas já trazendo as três filhas.
As chuvas continuam a acompanhar os Tucson e, no dia seguinte, obrigam a uma imediata retirada dos carros, escassos minutos antes de a estrada ficar intransitável. Inundada pelas águas, os passageiros foram obrigados a atravessar o rio em primitivas gaiolas suspensas, em mais um dos inesperados africanos que dão cor às viagens de aventura.
E depois, a África do Sul e o incontornável Kruger Park, onde, infelizmente, os animais fizeram greve. A desilusão era bem patente nos rostos do Mário e do Vasco e de muitos, menos do Eduardo e da João. É que, no ano anterior, numa das suas românticas expedições, tinham estado no privado e luxuoso Londolozi, onde usufruíram da companhia dos ‘big five’.
O país seguinte é a Swazilândia, cujas montanhas e verdes recordam os Açores e os troços lembram o rali de São Miguel, para gáudio dos condutores. E na Swazi, as famosas fábricas de velas onde, ao que parece, a Maria João comprou o stock completo, enquanto o Mário e o Vasco continuavam a sua colecção de artesanato africano.
Finalmente, Moçambique. A entrada pela Namaacha emociona os portugueses e a visão do ‘skyline’ de Maputo (o motivo que lhe deu a alcunha de ‘Manhattan de África’) dá origem a algumas lágrimas. Mas há que continuar caminho, em direcção ao Norte, em direcção ao Xai-Xai.
É que o fim do Coast to Coast está marcado para o Zongoene, a praia onde o rio Limpopo desagua no Oceano Índico, e o local onde se deita a água que nos acompanha desde o primeiro dia. Dois oceanos assim unidos pelas mãos de portugueses, hoje como sempre, em busca de aventura, em busca de emoção. “Vasco, vais com o pai fazer a viagem da tua vida”, foram as palavras com que o Mário desafiou o filho.
E, no fim desta aventura por terras de África, o Vasco confessou que um dia, mais tarde, também ele fará viagens inesquecíveis com os futuros filhos. Será como que uma aguardada passagem de testemunho. Por outras palavras – um ritual fraterno da família Silva.
CASAL STOCK DA CUNHA
No avião de regresso a Portugal, cansados de tanta emoção, o casal Stock da Cunha volta a adormecer na longa viagem de volta a casa. E, como de costume, o Eduardo e a Maria João dormem abraçados, entrelaçados um no outro, talvez sonhando com a próxima aventura, com as emoções com que temperam a sua vivência e a sua convivência.
Com mais ou menos dinheiro, para mais longe ou perto, numa tenda no jardim ou num ‘lodge’ de luxo, apimentar a rotina do dia-a-dia com um pouco de aventura, um pouco de adrenalina, é uma necessidade pessoal. Para os gestores de topo, executivos de grande responsabilidade, é cada vez mais uma necessidade profissional. Alimenta-os para o stress empresarial do resto do ano. Para alguns, é também uma necessidade emocional. A chave para relações de sucesso.
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