Diz a deputada vimaranense sobre a opinião que o primeiro rei português teria sobre o estado económico da Nação. A vice-presidente do grupo parlamentar do PSD alerta para o desemprego dos jovens
Francisca Almeida estava a estagiar num escritório de advogados do Porto quando, em 2009, se viu eleita deputada à assembleia da república. Tinha 25 anos. Reeleita pelo PSD nas últimas eleições legislativas, ascendeu a vice-presidente da bancada parlamentar laranja, mas espera voltar um dia à advocacia.
Nascida em Guimarães, assume o sotaque cerrado sem complexos e diz mesmo que espera voltar a viver no norte a breve passo. Quis ser jornalista, mas decidiu cursar Direito quando percebeu que teria de se deslocar para Lisboa para fazer carreira como repórter. Mas a militância política fê-la mudar-se para a capital.
Aos 28 anos, a deputada social-democrata tem um site em seu nome na internet, onde dá a conhecer a sua actividade política e responde às mensagens que os cidadãos lhe dirigem. E mantém uma crónica semanal na Rádio Fundação, em Guimarães, onde integra a Assembleia Municipal.
A resposta escolhida surge a sublinhado
- Estreou-se no Parlamento em 2009, aos 25 anos. À chegada sentiu que...
a) Era uma novata com muito para aprender
b) Tinha uma palavra a dizer sobre as gerações mais jovens
c) A casa da democracia precisava de um rejuvenescimento
- É natural de Guimarães, o berço de Portugal. Se Afonso Henriques visitasse hoje o país que criou...
a) Ficaria orgulhoso de uma história de feitos heróicos
b) Ficaria preocupado com o estado da economia lusa
c) Seria o primeiro a pegar na espada para combater os ‘mercados’
- Deixou em ‘stand by’ uma carreira na advocacia. Mas acredita que...
a) A política não dura para sempre e vou voltar a exercer
b) A política é uma actividade nobre e quero continuar a defender as minhas causas
c) A política e a advocacia têm mais pontos em comum do que diferenças
d) Outra hipótese: continuo a exercer, embora não com a mesma regularidade, mas estou certa de que voltarei ao exercício a tempo inteiro. Até porque não se ‘é’ deputado, ‘está-se’ deputado!
- Os políticos são uma classe cada vez menos popular aos olhos dos cidadãos. Isto poderia mudar se...
a) Os políticos procurassem estar mais com as populações e ouvir os seus anseios
b) Não houvesse tanta demagogia acerca dos pretensos privilégios dos políticos
c) O sistema eleitoral permitisse eleger deputados individualmente em vez das listas
d) Outra hipótese: as respostas a) e b)
- O seu partido chegou ao Governo no auge da crise. Sobre as medidas de austeridade, pensa que...
a) São pedidos grandes sacrifícios aos portugueses, mas não havia outro caminho
b) Talvez houvesse forma de distribuir os sacrifícios sem castigar tanto a classe média
c) É tempo de percebermos que não podemos continuar a gastar como fizemos até aqui
- Disse em 2009: "A única coisa que me prende a Lisboa neste momento é o cargo de deputada". Hoje...
a) Mantenho a intenção de voltar ao Porto e a Guimarães b) Aprendi a gostar da cidade e não vou partir tão cedo
c) Não faço planos a longo prazo, fico onde me sinto bem
- Numa entrevista disse "fui para Direito porque queria ser jornalista". A sua entrevista de sonho seria...
a) Ao líder comunista Álvaro Cunhal
b) A Francisco Sá Carneiro, fundador do PSD
c) À antiga primeira-ministra Maria de Lurdes Pintassilgo
- Fez hipismo durante muitos anos. Se pudesse pôr o país no seu cavalo, o primeiro salto a dar seria...
a) Convencer os portugueses a arriscar mais para mais riqueza criarem
b) Acabar com a lamúria e a maledicência que tanto nos paralisam
c) Percebermos que o país só sobrevive se deixarmos de gastar tanto
- Diz-se uma admiradora do cineasta Stanley Kubrick. Qual destes títulos do realizador melhor descreve o governo de José Sócrates?
a) ‘De Olhos Bem Fechados’
b) ‘Nascido para Matar’
c) ‘Fear and Desire’ (‘Medo e Desejo’)
- Quando pensa nos desafios da sua geração, considera que os maiores obstáculos a vencer são...
a) O desemprego que afecta os jovens licenciados
b) A emigração, que faz partir os melhores cérebros
c) A indiferença em relação à política e aos valores da cidadania
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