Agora que o ‘Episódio III, A Vingança dos Sith’ está prestes a revelar ao mundo como o cavaleiro jedi Anakin Skywalker passa para o lado obscuro da Força, o ex-culturista e actor britânico, que colocou o seu magnífico porte ao serviço do supervilão na trilogia original da saga de George Lucas, rompe o seu silêncio. Chama-se Dave Prowse, acaba de publicar a sua autobiografia e reclama: “Eu sou Darth Vader”.
O tipo mais sinistro da recente história do cinema faz um autógrafo por quase 30 euros. ‘Dave Prowse – Darth Vader’. Impõe, claro, acima de tudo o preço da rubrica. Porque sem a sua proverbial máscara, o homem mais terrível dos últimos 30 anos de celulóide é o perfeito cavaleiro britânico. Dois metros e cento e muitos quilos de ‘gentleman’, certo, mas solícito e afável, que aguenta estóico as filas de insaciáveis coleccionadores de memorabilia enquanto coloca um ar sereno. Um trabalho que, diz, pode repetir três a quatro vezes por semana, ontem em Londres, amanhã em Indianápolis, depois em Dallas.
Hoje tocou-lhe Weston-super-Mare, ventoso paraíso do ‘fish & chips’ a Sul da sua Bristol natal que acolhe por um dia quase todos os fãs da ficção científica, em geral, e da Guerra das Estrelas e Dr. Who, em particular, que chegam da Grã-Bretanha e aos quais se juntam outros da Dinamarca. Galaxy of Stars (Galáxia das Estrelas), reza o lema da convenção, que tem mais de cemitério de elefantes ou de curiosos ávidos de raridades do que de outra coisa: muito material prestes a ser destruído, muitos restos de séries, muita estrela decadente a tentar levar uma cena quente a 20 libras por lembrança. A memória transformada em negócio rentável e circo triste, onde as famílias perpetuam as suas tradições fetichistas (inenarrável o bebé Yoda) e os freaks se agrupam em pleno ataque dos clones.
Para o efeito, ali estão Kenny Baker, o acto anão (perdão, de baixa estatura) dentro do R2-D2, trocando fotos assinadas por bilhetes com a imagem de Isabel II, ou Jeremy Bulloch, dando a cara como nunca a vimos nos seus quatro minutos de glória na pele do caça-recompensas Boba Fett (já dizem no teatro, não há papel curto). São os destaques de um pelotão de actores secundários e até de terceiro plano que também integram, em representação da saga Star Wars, um piloto da força rebelde, uma senadora da República, um almirante da tropa imperial, um ewok e um par de marionetistas que moviam o viscoso Jabba The Hutt. Todos tocados pela lenda, que é como um toque da lotaria.
Contudo, nenhum tem maior estatuto do que o gigantão de cabelo grisalho que flanqueiam, o cabeça de cartaz, o que mais admiração levanta, o que provoca mais tumultos, o que despacha mais autógrafos a quase 30 euros (70 se quiserem a assinatura nos dois tomos da sua autobiografia). “Hei, Darth”, gritam-lhe uns hooligans instalados no terraço de uma cervejaria quando ele sai para fazer as fotos que lhe pedimos após passar religiosamente pela caixa.
“No final, toda a gente recorda sempre os maus”. A sentença que pronuncia Dave Prowse enquanto bebe uma cerveja com lima poderia servir-lhe de epitáfio. Foi profética quando dita pela primeira vez a George Lucas, num quente Verão de 1976 em Londres, e que o fez merecedor da personagem cinematográfica mais fascinante de que houve notícia em décadas – poderia ter escolhido Chewbacca, mas sofrer três meses de rodagem suando num disfarce de gorila não estava nos seus planos –, e também inútil: desde ‘O Regresso de Jedi’ (1983), este culturista e halterofilista quase olímpico convertido em actor não voltou a rodar uma película. “Interpretar o maior vilão de todos os tempos supõe um estardalhaço fantástico, mas a mim não me serviu para impulsionar a minha carreira no cinema.”
O BOM, O FEIO E OS MAUS
Apesar de se ter anulado fisicamente quando mais necessitava de libertar-se das monstruosas caracterizações para as quais de vez em quando era convidado – se não estava na pele de Frankenstein – fê-lo por três vezes! – tocava-lhe o papel de zombie ou do tarado surdo-mudo de plantão – e de ter trocado as suas aspirações como actor, ao homem por trás da máscara não ocorre fazer uma nova aproximação ao seu celebérrimo alter-ego. São 28 anos coexistindo em agridoce esquizofrenia, quase três décadas em que viu mais mundo do que Willy Fogg e que o reportaram a um júbilo sempre ocupado mas dourado e a uma popularidade universal de que beneficiou até atingir outro alto interpretativo: The Green Cross Code Man.
Curioso em Mr. Prowse, porque se Darth Vader foi o seu reverso tenebroso de ficção, The Green Cross Code Man destacou o lado luminoso, um cavaleiro andante que ensinou duas gerações de servos britânicos a cruzar a estrada sem atropelar ninguém. O melhor de tudo é que as duas personagens surgiram praticamente na mesma ao mesmo tempo: enquanto Lucas o contratava para encarnar o mal supremo, a Secretaria-Geral dos Transportes do Governo britânico convertia-o no herói da campanha da segurança infantil nas estradas; uma missão que honraria durante 24 anos (desde 1976 a 1990) através de anúncios para televisão e visitas escolares – incluindo Estados Unidos, Austrália e Alemanha – e com a qual, estima-se, ajudara a salvar a vida a 250 mil crianças no seu país. “É a coisa mais importante que alguma vez fiz, de certeza. E voltaria a fazê-lo sem qualquer dúvida”, revela orgulhoso. “Foi um êxito enorme, tanto que ainda hoje é recordada como uma das campanhas publicitárias mais populares do Reino Unido. No entanto tenho de reconhecer que parte do seu triunfo se deveu ao facto daqueles miúdos saberem que o tipo que zelava pela sua segurança também era o Darth Vader.”
“É ridículo preservar o mito de que Darth Vader foi interpretado apenas por um homem, dizem que terá afirmado Mark Hamill”, disparo. “É a primeira vez que oiço algo semelhante”, rebate – o sobrolho direito a arquear-se em sinal de surpresa –, ele que até então tinha tamanho vingador como amigo. Não obstante, ao desafortunado Luke Skywalker – segundo este terá dito, Dave não voltaria ao cinema, mas Hamill, irreconhecível depois de muitas operações para reconstruir o rosto desfigurado num acidente de viação, ainda se atirou de cabeça ao coração da série Z após o último episódio da primeira trilogia – não faltava razão. O sucesso intemporal do obscuro cavaleiro asmático é tanto mérito de Dave Prowse, que lhe emprestou a sua titânica envergadura, como de James Earl Jones, que lhe colocou o vozeirão na versão original, e inclusive de Bob Anderson, o duplo especialista em cenas de acção que se encarregou dos duelos com a espada de luz em ‘O Império Contra-Ataca’ e ‘O Regresso de Jedi’.
A Sebastian Shaw não é feita grande referência porque, na realidade, só deu breve vida ao redimido Anakin Skywalker que aparecia espectral, junto aos espíritos de Obi-Wan e Yoda, no final do episódio VI. E realçamos o ‘aparecia’ porque, para acentuar ainda mais a ironia, Lucas eliminou-o da última e espectacular reedição em DVD, para substitui-lo pelo muito mais jovial e preparado Hayden Christensen. O Lord Vader definitivo. Por tudo isso, Mr. Prowse reclama o que é seu: “Não é o meu nome que figura nos créditos como o vilão da série? Por acaso não tive de aprender e dizer todos os diálogos do personagem? Eu inventei desde a sua entoação à maneira de mover-se, de gesticular, de espelhar o lado obscuro da Força. Eu sou o Darth Vader.”
Durante muitos anos, o ex-actor assinou os autógrafos com um incontestável ‘Dave Prowse é Darth Vader’. O protesto silencioso contra uma conspiração para o apagar do mapa galáctico: primeiro dobraram-lhe a voz, detalhe de que nunca foi avisado e que descobriu quando por fim viu a película, três semanas após a estreia londrina e pagando a entrada (a versão oficial, segundo o próprio interessado, é que aquela seminal estreia, como o resto da saga rodada na sua maior parte em Inglaterra, soava com um sotaque ‘demasiado britânico’ para o público americano); depois, cortaram-no das emblemáticas cenas de luta (certo é que a cada dois de três ‘takes’ a força do gigante fazia saltar pedaços das espadas pintadas com cores reflectoras e que, numa ocasião, o pobre Sir Alec Guinness saiu lesionado por um dos seus golpes; além disso, não o deixaram mostrar o rosto na agonia da sua personagem desmascarada (“porque eu não interpretava Anakin Skywalker, disseram-me. Isso era trabalho de Sebastian Shaw”); e para rematar a desgraça, aparece Harrison Ford e apelida-o no seu livro de memórias de “o culturista que fazia de Darth Vader”. O insulto final.
“Creio que foi o que mais me doeu. Sir Laurence Olivier ia regularmente a um ginásio muito conhecido em Londres, Albert Finney treinava comigo, e jamais li em sítio algum que se referiam a eles como culturistas ou freaks do fitness. Quando cheguei à ‘Guerra das Estrelas’ já tinha participado em 10 filmes (Ford tinha feito sete, Hamill um e Carrie Fisher, a princesa Leia, nenhum), sob as ordens de realizadores como Stanley Kubrick, Russ Mayer ou Terry Gilliam, é em quase uma centena de séries televisivas, de ‘O Santo’ a ‘Os Vingadores’ e ‘O Show de Benny Hill’… Com excepção de Sir Alec Guinness e Peter Cushing, eu era o actor mais experiente do elenco.”
QUE A FORÇA TE ACOMPANHE
Dave Prowse pôs como subtítulo da sua flamejante autobiografia – editada há apenas três semanas no seu país – ‘Uma carreira extraordinária’, com muita intenção. Dois quilos de memórias, um deles totalmente fotográfico, nos quais inverteu quase sete anos para gozar com o que denomina como “uma incrível sucessão de bolas de neve. O culturismo levou-me ao levantamento do peso à alta competição e daí saltei para o ‘show business’ e, como resultado de tudo isso, converti-me em treinador pessoal de muitas estrelas (foi o nosso homem quem preparou fisicamente o malogrado Christopher Reeve para ‘Super-Homem’ e Daniel Day Lewis para ‘O Último dos Moicanos’, por exemplo), o que me permitiu quase todas as personalidades da época, como Ronald Reagan, Margaret Thatcher ou o príncipe Khalid da Arábia Saudita, que me deram a oportunidade de actuar como embaixador de um sem fim de causas beneméritas… Não te parece extraordinário?” Desde logo, não está nada mal para aquele a que os seus compatriotas apelidaram de ‘self-made man’.
Nascido a 1 de Julho de 1935, Mr. Prowse revela que em pequeno era pouco mais do que um lingrinhas e que, perto de completar 13 anos, lhe diagnosticaram artrite juvenil no joelho esquerdo. Então, como chegou a converter-se no Homem Mais Forte do reino Unido? Atenção, senhores. “Quando comecei a treinar pesava apenas 75 quilos, nada em demasia para um rapaz da minha altura. Então, a minha fixação era transformar-me em alguém como Steve Reeves, Mr. Universo em 1955 (e um dos hércules e sansões mais recorrentes nos ‘peplums’ da época, pelo que me entreguei a fundo: muito ginásio, muito batido de proteínas e tudo isso, nada de drogas e hormonas. E atingi os 130 quilos.” Campeão britânico de halterofilismo (pesos pesados) em 1962, o sonho olímpico de competir pelo seu país nos Jogos de Tóquio de 64 esfumou-se com a renúncia da delegação britânica em enviar os seus representantes devido à falta de fundos. Isso e a insistência da Federação para que ganhasse peso à custa de anabolizantes (até aos 190 quilos), convenceu-o a deixar definitivamente a competição profissional dois anos mais tarde. Abriu então o seu primeiro ginásio em Londres, e o resto já é história.
Da magnificência física dos dias de esplendor, Prowse conserva nos seus quase 70 anos o porte altivo daqueles que passaram pela vida com aprumo – apesar dos seus pés, tão feios que, segundo lhe confessou um juiz, o impediram de ganhar as provas de culturismo e de mister-qualquer-coisa em que participou durante a década de 50 –, capaz de ocultar a sua evidente decadência corporal. O acidente sofrido em 1986 quando treinava num dos seus ginásios custou-lhe uma fractura da anca que, ao complicar-se posteriormente devido ao reaparecimento da artrite, necessitou de várias operações para ser reconstruída com uma prótese. Resultado: a sua perna direita é desde então mais larga do que a esquerda. Mas é essa dignidade quase marcial (‘remanescente darthvariano’) que o impede de apoiar-se quando o fazemos enfrentar uma estreita e íngreme escada em caracol, cima a baixo, coxo e tudo, ou renunciar às suas contínuas viagens para reunir-se com os fãs.
Para alguém que adoraria ter vestido o smoking do agente 007 (“só que agora o que gostava era que me chamassem para o papel de vilão”, confessa entre risos o outrora actor) ou o Super-Homem (também “too british para o grande herói americano”, desculpou-se a produtora do filme), e que fez da força uma forma de vida, ver-se em tal situação poderia tê-lo deixado tocado e humilhado. Não será o caso de Mr Prowse, que além de aceitar sem reparos a sua precariedade física – preside à sua própria fundação contra a doença degenerativa de que padece –, afirma que lhe afectam mais “problemas como a imigração ilegal ou a mão leve da Justiça para com os criminosos reincidentes.” Ainda assim, acima de tudo, o que mais lamenta é que Lucas não mais voltou a dirigir-lhe a palavra desde a última vez que se vestiu de Darth Vader para o cinema.
O Episódio III ‘A Vingança dos Sith’ com o qual George Lucas dá por terminada a maior e mais vistosa ‘soap opera’ espacial conhecida (5300 milhões de euros arrecadados em todo o mundo, e isto sem contar com os lucros do merchandising, que para os próximos 10 anos se estima em outros cinco milhões de euros) é também o seu capítulo crucial: aquele em que se revela como o cavaleiro jedi Anakin Skywalker se deixa arrastar para o lado negro da Força e se transforma no temível Lord Vader. A película, a ponto de mexer com meio planeta, voltou a contar com alguns dos seus intérpretes originais: Kenny Baker e Tony Daniels dentro de R2-D2 e C-3PO, respectivamente; Peter Mayhew suando no pelo de Chewbacca: Ian McDiarmid como o não menos malvado Supremo Chanceler Palpatine… Até conseguiram resgatar Jason Bulloch, agora como Capitão Colton. E Dave Prowse?
Aos olhos do realizador e da produtora, a 20th Century Fox, no final o mal real desta história não é outro senão o do homem que mais padeceu debaixo das 15 pesadas peças do manto do Senhor Obscuro. Acontece que, enquanto rodava ‘O Regresso de Jedi’, um jornalista entrevistou Mr. Prowse. E no dia seguinte as manchetes gritavam a partir do muito sensacionalista Daily Mail: “Darth Vader morre às mãos do seu filho, Luke Skywalker, na última parte da ‘Guerra das Estrelas’.” Traição!
“Era impossível que eu conseguisse supor tal coisa. Davam-me o guião apenas com a minha parte dos diálogos no mesmo dia em que filmávamos e, quando acabávamos, tinha que devolvê-las. Tratei de fazer entender isso ao George (Lucas), mas ele jamais acreditou em mim”, recorda abalado. Dave acabou o filme, sim, mas também a sua relação com a LucasFilms. Desde então, sofre de um certo castigo que lhe nega toda a publicidade por parte da empresa e o proíbe de aparecer em público vestido de Darth Vader (só o fez em quatro ocasiões entre 1977 e 1984, se alguém o viu depois, não era ele) e, supõe-se, falar dos aspectos técnicos, criativos e financeiros da saga. Certo é que em 1993 voltou a afundar-se no negríssimo uniforme para o jogo de vídeo ‘Star Wars. Rebel Assault II’ e que poder participar em quantas convenções deseje, mas a ferida continua aberta… Ou quase…
Já há alguns anos que Mr. Prowse não assina os seus autógrafos com a fórmula verbal ‘é’. Agora, simplesmente, põe um traço entre o seu nome e o do seu alter-ego. Alec Guinness, primeiro (quando, tratando de conseguir uma dedicatória do venerável Obi-Wan Kenobi, leh devolveu uma das suas fotos assinadas com a frase ‘Alec Guinness é Alec Guinness’ e a pergunta “Porque não tiras de uma vez por todas essa estúpida máscara preta e mostras quem realmente és?”), e depois a sua esposa, Norma, fizeram o milagre de libertá-lo do que Lucas lhe havia exigido como activo e passivo. “Isso, sim, foi uma libertação”, afirma o homem que finalmente parece ter vencido a máscara.
Ainda assim, Dave Prowse teria ficado entusiasmado por recuperar o seu papel no episódio definitivo da ‘Guerra das Estrelas’, apesar da actual trilogia não o entusiasmar – “os efeitos especiais acabaram com a história” – e detestar tanto Jar-Jar Binks como aprovar Hayden Christensen enquanto jovem Lord Vader. Sorte que à sua frente se abrem novos horizontes, que tem planos para dar uma volta de 180 graus a esta carreira extraordinária: “Adoro o jazz e, mesmo que Lucas não acredite, tenho boa voz, pelo que vou gravar um disco. Imagina as manchetes: ‘Darth Vader canta!’.” n
A autobiografia ‘Straight from The Force Mouth. A Career Most Extraordinary!’ é vendida no endereço electrónico de Dave Prowse, www.darthvader-starwars.com. O ‘Episódio III. A Vingança dos Sith’ estreia a 19 de Maio.
O TITANIC NO ESPAÇO
Em 1977, um então quase desconhecido George Lucas dava início há mais intensa, brilhante e longa odisseia galáctica de que há memória, com o primeiro capítulo da saga de ‘A Guerra das Estrelas’. Um pouco por todo o planeta, milhões de cinéfilos assistiam atónitos às intrépidas aventuras de Luke Skywalker e restante pandilha de rebeldes, em luta por resgatar a bela princesa Leia das garras do tirano Darth Vader, para fazer voltar a harmonia ao Império.
O culto em redor da história de um menino agricultor transformado em ícone das batalhas com espadas de lazer superou as expectativas do realizador dos anteriores ‘THX 1138’ e ‘American Graffitti’. Como acontece no mito do sonho americano, o sucesso deu-lhe fama e fortuna, tanta fortuna que hoje é um dos mais respeitados e poderosos produtores da sétima arte.
Para atingir tal estatuto, George Lucas precisou apenas de dirigir o segundo capítulo da aventura, ‘O Império Contra-Ataca’, antes de se refugiar na capa de produtor e criar o intrépido arqueólogo Indiana Jones, em parceria com o não menos genial Steven Spielberg.
Exactamente 28 anos após ter saltado para a ribalta, ele mesmo se encarrega de realizar o ‘Star Wars: Capítulo III, A Vingança dos Sith’, sexto e derradeiro tomo das batalhas travadas numa galáxia distante, que o próprio apelida como “o Titanic no espaço” graças à enorme carga emotiva. “Sinto que fiz o filme o melhor que conseguia, e dei-lhe a volta da forma que queria, por isso estou contente.”
Na próxima quinta-feira, o tão aguardado desfecho do épico tem honras de estreia mundial. Os fãs desta alucinante telenovela espacial que muito mudou ao longo de quase três décadas terão, por fim, direito a saber como Anakin Skywalker se mudou para o lado negro da Força. Lucas, que ontem soprou 61 velas, já pode dormir descansado.
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