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Artigo exclusivo

O maravilhado público de Tóquio e eu, confesso

Sigo devotamente os torneios de sumo e digo-o não por presunção, mas porque é esquisito o caminho que me levou até lá.

25 de janeiro de 2026 às 00:30

Há um poema de que gosto muito de um poeta inglês antigo e que, mal traduzido à pressa, peço desculpa, começa qualquer coisa como assim: “grandes coisas acontecem quando os homens e as montanhas se encontram”. Foi o seu autor, William Blake, classificado como romântico e, de facto, só um sujeito dessa escola se lembraria de uma coisa destas. Mas é dos homens e das montanhas que se encontram e das grandes coisas que acontecem que me lembro sempre, quero acreditar que por romantismo, quando vejo o início dos combates dos torneios de sumo transmitidos pelo canal NHK World-Japan na quinzena do meio de todos os meses ímpares. Sim, foi pelas palavras de Blake que cheguei ao sumo, que hoje sigo devotamente e digo-o não por presunção, mas porque é esquisito o caminho que me levou até lá.

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