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Artigo exclusivo

Os ‘apertos’ escolares das figuras públicas

O novo ano letivo está à porta. Será mais uma prova de esforço para pais, professores, bons e maus alunos, bem ou mal comportados.

10 de setembro de 2017 às 01:30

O padre Vítor Melícias tinha 15 anos (hoje tem 79), mas lembra-se bem de uma certa humilhação que sentiu no seminário de Braga, nos seus tempos de estudante. "Andava no terceiro ano, que corresponde atualmente ao sétimo, quando numa aula de latim, a fazer uma tradução, o professor não terá concordado com qualquer opinião que eu estava a ter e desconsiderou-me, gozou comigo. Eu não gostei nada e à saída da aula mandei o livro com toda a raiva para o chão e dei dois grandes pontapés no livro. O professor que vinha a sair da sala naquele momento viu e diante de todos pregou-me meia dúzia de reguadas de que até hoje me recordo", partilha o franciscano. Quem nunca teve um desaire na escola que atire a primeira pedra. Nota prévia (para descansar os pais): acontece a todos, mesmo aos alunos de quadro de honra. Tanto que (também) aqueles que hoje têm carreiras reconhecidas pelos portugueses passaram por grandes stresses escolares: notas injustas, professores difíceis, ‘baldas’ que terminaram com um ‘puxão de orelhas’ .

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