O maior ícone feminino da música pop, a cantora de maior sucesso da história da música, talvez a mais famosa mulher da actualidade, Madonna Louise Verónica Ciccione nasceu em Bay City, no Michigan – estado que lidera o fabrico de automóveis e camiões nos Estados Unidos –, a 16 de Agosto de 1958 e tem seis irmãos.
Cantora, compositora, letrista, dançarina, produtora musical e cinematográfica, escritora, estilista, esposa e mãe (de Lourdes Maria, de 11 anos, e de Rocco, com 7), editou o primeiro single, ‘Everybody’, em 1982.
De personalidade forte e Q.I. de 140, mudou a face da música pop muito graças ao uso de temas de carácter sexual, social e religioso nas músicas que escreve e por mudar de imagem a cada álbum que lança. Em 26 anos de carreira e 49 de vida, Madonna venceu dois prémios Grammy e um Globo de Ouro (pelo papel de ‘Evita’ no filme homónimo), vendeu mais de 232 milhões de álbuns e 150 milhões de singles, que a transformaram, segundo a revista ‘Forbes’ e o ‘Livro Guinness dos Records’, na cantora que mais ganha no Mundo: 325 milhões de dólares (220,28 milhões de euros).
Polémica na vida como na música, após 13 relações falhadas (um rol que inclui o produtor Jellybean Benitez, os actores Warren Beatty e Sean Penn, com quem se casou, e a estrela do basquetebol Dennis Rodman), Madonna parece ter encontrado a estabilidade emocional ao lado do realizador britânico Guy Ritchie. Mas desengane-se quem pensa que, aos 50, vai desacelerar: em Outubro passado trocou a Warner Music pela Live Nation, com a qual assinou um contrato de 120 milhões de dólares (81,33 milhões de euros) válido por dez anos, três discos e quatro digressões.
Publicada em 2007 no Reino Unido, ‘Madonna - Like An Icon’, de Lucy O’Brien, terá a sua versão portuguesa editada no final deste mês pela Humanity’s Friends Books.
Para escrever esta biografia, O’Brien levou dez anos a investigar a vida da cantora e entrevistou mais de 100 pessoas que com ela trabalharam directamente. O resultado é um livro minucioso, com diversas fotografias inéditas, que não só se debruça sobre a vida de Madonna como ainda faz uma análise detalhada da sua música.
LUCY O'BRIEN
Jornalista especializada em música, Lucy O’Brien nasceu a 13 de Setembro de 1962, em Londres, integrou os quadros dos diários ‘The Guardian’ e ‘The Independent’, e escreveu em três das maiores publicações do género: ‘New Musical Express’, ‘Q’ e ‘MOJO’. Madonna é a terceira cantora por si biografada, depois de Dusty Springfield (‘Dusty’, 1989) e de Annie Lennox (‘Annie Lennox’, 1993).
Professora de Media e Comunicação em duas faculdades britânicas, O’Brien tornou-se fã de Madonna em 1985, depois de ver um espectáculo da digressão ‘Like a Virgin’ na televisão. A cantora chamou a sua atenção pela “energia quente, exuberante” que possuía. “Falava directamente ao seu público feminino. Tinha pouca cintura e não se importava (...) E a música dela – batida forte, dançável, e misturada com audácia melódica – era tão cativante”, recorda a autora na introdução da obra.
Na busca “exasperante” pela ‘verdadeira’ Madonna, Lucy O’Brien deparou-se com alguém que, “nas entrevistas, surge como cautelosa e estudada (...)” e o “único local onde parece ser verdadeiramente ela é quando está a trabalhar (...)”. “O seu estilo é agressivo, a sua ambição não tem limites, todavia, ela transforma constante e compulsivamente a sua vida em fascinante arte pop.”
“Ao deixar Detroit pela I-75, a auto-estrada principal para quem está de saída, chama-nos a atenção a natureza neutra, baça, incaracterística da paisagem. As pontes de betão e os campos planos que se estendem até ao subúrbio (...). Imediatamente a norte de Detroit situa-se o subúrbio de Pontiac. Agora uma área carenciada, nos tempos de Madonna era uma próspera cidade fabril (...).
Do outro lado da estrada encontra-se um pequeno bairro de operários. Foi ali que Madonna passou a sua primeira infância, no número 442 de Thors Street, numa casa modesta de um piso pintada de verde-pálido (...). “Os meus avós vieram de Itália no barco... Não falavam uma palavra de inglês. Não tinham muita instrução, e acho que de certo modo representavam um estilo de vida antigo com o qual o meu pai não queria ter nada a ver”, disse Madonna certa vez (...).
Pouco depois do casamento, Madonna Senior engravidou e o primeiro filho, Anthony, nasceu a 3 de Maio de 1956. Martin chegou um ano depois, a 9 de Agosto, e, no ano seguinte, a 16 de Agosto de 1958, a primeira filha, Madonna Louise, nascia enquanto os pais se encontravam de férias em Bay City (...). “Eu era considerada a mariquinhas da família porque contava com as manhas femininas para conseguir o que queria. Os meus irmãos mais velhos... implicavam comigo, e eu denunciava-os sempre ao meu pai” (...).
Durante a gravidez da filha mais nova, Melanie, fora diagnosticado um cancro da mama a Madonna Sr. (...). Quanto mais a energia da mãe se consumia, mais a pequena Madonna tentava trazê-la de volta. Existe uma recordação muitas vezes referida em que a mãe doente tentava descansar no sofá e Madonna batia-lhe nas costas, desesperada por uma reacção (...).
O funeral de Madonna Senior realizou-se em 1963 (...). Apenas uma coisa parecia errada. A boca dela, como Madonna referiu muitos anos depois, “parecia esquisita”. Quando se aproximou e espreitou a cara da mãe, viu que os lábios tinham sido cosidos. Aquela imagem de pesadelo iria persegui-la durante anos, uma imagem que parece ter capturado mais tarde no vídeo a preto e branco de ‘Oh Father’ (...).
A vida de Madonna foi definida em oposição à da sua mãe. Se o silêncio da mãe significava morte, então, ela devia fazer-se ouvir. Se a doença da mãe significava que o sono era perigoso, porque podemos dormir durante o sono, bem, ela ficaria acordada. Se o corpo da mãe lhe falhara, Madonna certificar-se-ia de que estaria sempre em excelente forma física (...).
Madonna não cresceu com um modelo constante de maternidade, mas esta circunstância acabaria por lhe dar uma forma alternativa de ver o mundo. Em 1976, a poeta feminista Adrienne Rich escrevia: “Mãe significa a vítima de nós mesmas, a mulher não liberta, a mártir”. Na irrepreensível devoção à sua religião e à sua família, Madonna Senior seria um modelo de abnegação. “O catolicismo é uma religião muito masoquista. E eu vi a minha mãe fazer coisas que me afectavam bastante. Ela era apaixonadamente religiosa, de uma forma impressionante”, recorda Madonna (...).
Uma mulher aprende com a mãe como suprimir as suas necessidades, e transmite isto à sua filha. Em lugar de absorver esta imagem ambivalente, a jovem Madonna transferiu a identificação para o pai. Segundo Eichenbaum e Orbach, o pai é “a ligação com o mundo exterior à família, e a filha tem de usá-lo como acesso a esse mundo... O pai encoraja a filha a seduzi-lo e a um público masculino, a atrair e a manter a sua atenção segundo processos femininos especificamente definidos, do modo que ela mais tarde terá de utilizar”. As adolescentes identificam-se frequentemente com o Papá como forma de conquistar a sua independência, mas para Madonna este processo começou cedo. As histórias de “mostrar as cuecas” são imensas. Que, em qualquer ocasião, ela fazia ginástica ou levantava a saia para mostrar aos rapazes. Estava a incorporar uma ansiedade adolescente antes ainda de ser pré-adolescente. Estava a preparar o seu caminho no mundo desde os cinco anos, e o seu modelo – pró-activo, autodeterminado e centrado em objectivos – era masculino (...).
Sempre teve consciência da roupa, do disfarce. As freiras de St. Andrew’s, a escola católica que frequentou, fascinavam-na porque usavam hábitos negros compridos. Curiosa com o que estaria por baixo daquelas roupas misteriosas, ela e uma amiga trepavam às janelas do convento para as espiar enquanto se despiam. Já em criança, ela reconhecia o poder do vestuário (...).
Muito cedo, Madonna sentiu-se forçada a reconhecer a corrente sexual subterrânea que ela sentia nos ensinamentos católicos. Revoltando-se contra a insistência de Joan em vestir todas as raparigas Ciccione com roupas de padrões idênticos, Madonna descobriu formas de afirmar o seu estilo próprio – quer fosse através de camisolas justas, saias curtas e batom vermelho como uma “lambisgóia” da década de 1950, ou indo à igreja de casaco sem mais nada por baixo. Estabeleceu uma missão de solidificar a ligação entre sexo e espiritualidade e esta seria a associação que iria fazer, uma e outra vez no seu trabalho, nos anos que se seguiriam (...).
Ser uma rapariga em 1978 era saborear tudo isto: a subcultura é a charneira para uma nova fusão musical – punk, rock com metal, e o disco acima de tudo o resto, desavergonhadamente comercial mas orgulhando-se das suas raízes underground. Nova Iorque no final no final da década de 1970 era onde tudo isto colidia (...).
Naquele Verão de 1978, Madonna chegou a Nova Iorque ansiosa por ser o centro de tudo. Mas teria de esperar quatro longos anos antes de conseguir o seu primeiro contrato de gravação, quanto mais o género de fama que desejava. Como uma jovem suburbana, precisava de domar a grande cidade para a fazer sua, e isso levaria tempo (...). A juventude de Madonna transformara-a numa mulher sem medo de correr riscos. Mas, como qualquer mulher jovem por sua conta, era vulnerável. Um dia, não muito depois de entrar para a companhia de Lang, ela encontrava-se na parte degradada da cidade. Foi agarrada na rua por, como descreveu a uma amiga, um homem negro encorpado que a ameaçou com uma navalha e a obrigou a ir para a cobertura de um prédio de apartamentos. Ali, obrigou-a a efectuar sexo oral. Quando acabou, deixou-a a chorar e a tremer no terraço (...). Parece que em lugar de participar a agressão à Polícia, Madonna interiorizou-a, enterrando bem fundo a sua sensação de vergonha e de isolamento. Anos depois, referiu o assunto com um terapeuta, e depois disse numa entrevista: “Já fui violada e não é uma experiência que eu alguma vez quereria tornar mais interessante” (...).
Ainda que ela não falasse muito nisso na altura, o trauma foi profundo. Poder-se-á dizer que a sua ira perante o ataque surgiria depois numa necessidade de controlo sexual total. Muitos amigos sugeriram que ela usava o sexo para conseguir atenção, um jantar, uma cama para passar a noite, e que um dos seus métodos preferidos era a felação. Sendo uma mulher jovem que se sentia impotente, era uma forma de mostrar aos homens que era ela quem dominava e que não se importava. O sexo tornou-se uma máscara, uma forma de psicologicamente virar a mesa contra o seu atacante (...).
Na Primavera de 1981 (...), Camille Barbone ofereceu-se para ser sua manager (...). “Eu era uma das poucas mulheres managers numa indústria completamente masculina. Os homens viam a Madonna como alguém que queriam levar para a cama, não para a contratar (...). Levei-a para o meio musical mainstream de uma forma em que ela não tinha de f... para o conseguir. Dei-lhe credibilidade (...)”.
Em Setembro de 1984, Madonna correu um risco que facilmente poderia ter consequências graves. Na primeira cerimónia de entrega dos Prémios MTV, transmitida em directo do Radio City Music Hall em Nova Iorque, cantou ‘Like a Virgin’, com o seu corpete branco, saia de tule e véu, contorcendo-se e simulando uma cena de sexo em cima de um bolo de noiva gigante. O público (...) ficou assombrado (...). Foram muitos os que se sentiram desconfortáveis perante aquela exibição de sexualidade excessiva e ultra-estilizada, mas os telespectadores inundaram a central telefónica (...).
O sucesso depressa subiu à cabeça de Madonna. “Lembro-me que a Warner deu uma grande festa para ela em West Hollywood antes dos Prémios MTV”, recorda o autor Gardner Cole. “Ela tinha de se levantar e falar. Estava um pouco embriagada. Foi agressiva, ruidosa e desagradável e os executivos da Warner estavam cheios de medo. Mas, de alguma maneira, ela conseguiu dar--lhes a volta. No fim, estavam todos a aplaudir (...)”.
A energia de Madonna saltava do ecrã, mas as pessoas continuavam indecisas. Ela tinha uma tribo cada vez maior de aspirantes, mas as mulheres não tinham a certeza se ela seria mesmo uma defensora das outras mulheres (...).
Em 1984, uma realizadora promissora, Susan Seidelman, estava à procura de uma actriz secundária para o seu filme ‘Desperately Seeking Susan’ [‘Desesperadamente Procurando Susana’] (...), olhou então para o meio musical nova-iorquino, e para Madonna, que na altura vivia ao fundo da rua (...).
Enquanto o álbum ‘Like a Virgin’ e a respectiva digressão lhe transformavam a carreira, a vida pessoal de Madonna também estava a sofrer alterações. Gradualmente, começou a levar essas mesmas alterações para o seu trabalho, criando uma história que tinha tanto de perturbadora como de irresistível. Com a entrada de Sean Penn, ela passou para outra velocidade (...).”
HUMANITY'S FRIENDS BOOKS
A Humanity’s friends books foi fundada em 2007 por Sandra Barata e Jordana Carraça e editou o primeiro livro, ‘O Marido’, de Dean Koontz, em Dezembro. O distinto cariz solidário (dez por cento do preço de capa destina-se a associações de ajuda a crianças desfavorecidas) resulta de um sonho de criança de Sandra Barata: “Quero ter uma fundação para ajudar crianças pobres. Enquanto isso não acontece, ajudamos através das quantias que entregamos trimestralmente”. ‘Madonna - Como Um Ícone’ custará 24,98 euros, com dez por cento a reverter para o Fundo Social da editora, acessível a associações, instituições e particulares através de candidatura em www.hfbooks.pt.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.