O Santa Maria e o Príncipe Perfeito honraram o nome de Portugal na história dos grandes navios. Conheça a história de alguns dos maiores paquetes que cruzaram o Mundo
Quando partiam ou chegavam os paquetes Vera Cruz, Santa Maria, Príncipe Perfeito e Infante Dom Henrique havia festa.
Altivo, moderno e elegante, o Príncipe Perfeito navegava com cores da CNN – Companhia Nacional de Navegação, fundada em 1918 e herdeira da ENN – Empresa Nacional de Navegação de 1880. Os outros três ostentavam as cores da CCN – Companhia Colonial de Navegação, fundada em Angola em 1922.
Nessa altura, Portugal navegava com navios de dimensão, tonelagem e lotação muito superiores à média nacional.
Em 1945, o então ministro da Marinha, Américo Thomaz, publica um despacho visando o renovo da frota mercante. Conhecido por ‘Despacho 100’, o documento ‘empurra’ a Marinha Mercante para uma fase de renovo e modernização sem precedentes, com navios dignos a representarem a secular tradição marítima portuguesa.
O Pátria inicia a nova era em Dezembro de 1947. Seguem-se os Império, Angola, Moçambique, Niassa, Uíge, Angra do Heroísmo, Amélia de Mello e Funchal, que serão, com os quatro grandes paquetes, os maiores navios portugueses de sempre. Os mais imponentes, os nossos palácios flutuantes, contam histórias e peripécias...
Tonelagem: 21.765t
Comprimento: 185,8m
Motorização: 2 pares de turbinas
Velocidade máxima: 23 nós
Lotação: 1 242 passageiros
Custo de construção: 203.5 mil euros
Anos de serviço: 1952-1973
Construído nos estaleiros Co-ckerill, Bélgica, foi lançado à água a 2 de Junho de 1951 e entregue à CCN a 23 de Fevereiro de 1952. Deixou Antuérpia a 28, estava o Santa Maria em fase de construção, chegando a Lisboa a 2 de Março. Impressionou de imediato, por ser o primeiro paquete português digno desse nome e pelo contraste com os navios mistos nacionais para passageiros e carga.
De linhas fluidas e muito modernas, mostrava-se avançado para a época. O interior, luxuoso e confortável, era formal e sem grande profusão cromática. Pintado com as cores da CCN – casco cinzento esverdeado e chaminé amarela com faixa horizontal branca rematada por faixas verdes – foi visitado pelas mais altas individualidades.
Na viagem inaugural com escala no Rio de Janeiro, Santos, Buenos Aires e Montevideu – que decorre a 20 de Março –, transportou a bordo Gago Coutinho que, com Sacadura Cabral, ligou Lisboa e Rio de Janeiro na primeira travessia aérea do Atlântico Sul, corria o ano de 1922.
Com duas décadas no activo e inúmeras viagens efectuadas à América do Sul e América Central, o Vera Cruz foi vendido a sucateiros da Formosa e deixou Lisboa no dia 4 de Março de 1973.
Um triste fim para o primeiro paquete português, considerado por muitos como um dos mais belos navios nacionais dos anos 50.
Tonelagem: 20.906t
Comprimento: 185,6m
Motorização: 2 pares de turbinas
Velocidade Máxima: 23 nós
Lotação: 1 182 passageiros
Custo de construção: 254.9 mil euros
Anos de serviço: 1953-1973
‘Irmão’ do Vera Cruz – e também ele construído nos estaleiros de Cockerill – apresentava porém, face a este, múltiplas diferenças no que tocava ao exterior e interior (fruto das alterações ao projecto inicial com base na experiência com o primeiro paquete).
Lançado à água a 20 de Setembro de 1952 e entregue à CCN a 20 de Outubro de 1953, saiu de Antuérpia a 22, chegando três dias depois a Lisboa. Na sua viagem inaugural à América do Sul, que decorreu a 12 de Novembro de 52, escalou o Funchal, Rio de Janeiro, Santos, Buenos Aires e Montevideu.
Na segunda viagem, acabaria por sofrer uma avaria que obrigou à sua paragem e reparação em Lisboa, no período de Fevereiro a Junho de 1954.
O Santa Maria tornou-se no mais famoso paquete português de sempre no início da década de 60, quando foi alvo de um assalto político. Essa circunstância viria a marcar para sempre o seu nome e prestígio, bem como o facto de ser o único paquete português a escalar os Estados Unidos com bastante regularidade. Sabe-se também que foi o mais caro dos paquetes portugueses.
Após 20 anos de carreira, o paquete Santa Maria foi vendido como sucata (apesar de estar em aparente bom estado) saindo de Lisboa rumo à Formosa no dia 1 de Junho de 1973. Acabou os seus dias lado a lado com o ‘irmão’ Vera Cruz, no mesmo triste e final destino.
Príncipe Perfeito — 1961
Tonelagem: 19.393t
Comprimento: 190,4m
Motorização: 2 grupos de turbinas a vapor
Velocidade Máxima: 20 nós
Lotação: 1 000 passageiros
Custo de construção: 249.4 mil euros
Anos de serviço: 1961-1976
Tal como o Infante Dom Hen-rique, deve o nome ao facto de, na época (1960), serem celebradas as Comemorações Henriquinas, versadas sobre os Descobrimentos.
Baptizado com o cognome de D. João II, grande impulsionador da epopeia marítima, foi adjudicado aos estaleiros Neptune, sendo o maior navio ali construído e de fabrico inglês, destinado à exportação.
Dotado com estabilizadores antibalanço (estreia entre nós), tinha o casco cinzento claro (como figura de proa, o escudo azul e branco da CNN) e chaminé negra.
Lançado à água a 22 de Setembro de 1960, foi entregue um mês antes.
Largou no dia seguinte de New-castle em festa e entrou no Tejo a
4 de Junho. Belo e equilibrado, o maior paquete da CNN era esteticamente clássico e moderno. A decoração e ambiente interior denunciavam a origem britânica, com larga utilização de madeira.
Na viagem inaugural a África, a 27 de Junho, escalou o Funchal, São Tomé, Luanda, Lobito, Moçâmedes, Cape Town, Lourenço Marques, Beira e Moçambique.
A sua última viagem, rumo a Angola, ocorreu em Junho de 1975. Saiu pela última vez de Lisboa
em Abril de 1976, vendido a armadores estrangeiros. Mudou de armadores até 1982, registado como Al Hasa, Fairsky, Vera, Marianna IX e Marianna 9.
Permanecia imobilizado na Grécia no início dos anos 90.
Infante D. Henrique — 1961
Tonelagem: 23.306t
Comprimento: 195,5m
Motorização: 2 grupos de turbinas a vapor
Velocidade Máxima: 21 nós
Lotação: 1 018 passageiros
Custo de construção: 224.5 mil euros
Anos de serviço: 1961-1974
Tido como o mais bonito dos paquetes portugueses, o nosso maior navio foi construído no estaleiro belga de Cockerill, em Hoboken.
Lançado à água a 29 de Abril de 1960, apresentaria novidades face aos outros navios da CCN e navios nacionais (nomeadamente na pintura e chaminé). O tom cinzento esverdeado do casco cobria parte da estrutura superior, deixando a branco os últimos pisos. Uma lista branca ao longo do casco e mastros brancos (amarelos nos navios da CCN) marcavam a diferença. A chaminé, do tipo ‘Lascroux’, para melhor tiragem de fumos, era uma estreia.
A decoração homenageava o Infante com uma grande estátua do Navegador no átrio da 1ª classe (hoje no Museu da Marinha).
A entrega à CCN, em 1961, sofreu um atraso, dado que foi necessário substituir as hélices que causavam excessiva vibração no mar.
Seria entregue a 18 de Setembro, chegando no dia 21 a Lisboa. A viagem inaugural ocorreu a 4 de Outubro, com África como destino.
O Infante Dom Henrique causava furor nos portos onde escalava. Após diversas viagens e cruzeiros em final de carreira – o derradeiro dos quais ao Funchal – imobilizou-se em Janeiro de 1976.
Comprado à CTM em 1977 pelo Gabinete da Área de Sines, acomodou trabalhadores desse complexo até 1986. Vendido em 1988 a um armador estrangeiro, navega agora com o nome Vasco da Gama.
Tiravam medidas uns aos outros. Países e companhias de navegação, todos se digladiavam em ‘guerras’ de metros e número de chaminés.
Se ter quatro simbolizava gigantismo, havia os que usavam três e mais uma quarta falsa, para impressionar. Só fumaça! (Titanic e ‘irmãos’). Sulcavam o Atlântico Norte contra o tempo e a toda a força pelo recorde da travessia, que lhes dava prestígio e a famosa Flâmula Azul.
Tornados obsoletos pelo avião a jacto, transformaram-se em navios para cruzeiros na década de 70. Poucos asseguram hoje a mítica travessia. Imponentes, elegantes e luxuosos, já não os fazem assim charmosos. Gigantescos palácios flutuantes, eles eram e continuam a ser os mais famosos transatlânticos do Mundo...
O ASSALTO AO SANTA MARIA
Nome de código: Operação Dulcineia. Objectivo: assaltar o Santa Maria rumando à ilha espanhola de Fernando Pó e a Luanda para sublevar as populações contra os regimes de Franco e Salazar.
Concebido por Humberto Delgado e Henrique Galvão, executado por este e 24 oposicionistas portugueses e espanhóis do DRIL — Directório Revolucionário Ibérico de Libertação, o plano foi levado a cabo no dia 22 de Janeiro de 1961.
Galvão estava exilado na Venezuela e o paquete navegava pelo mar das Caraíbas com mil pessoas a bordo. O comando embarcou nos portos de La Guaira e Curaçau. Apesar da acção surpresa não pretender causar vítimas, acabou por haver um tripulante morto e três passageiros feridos.
O Santa Maria fez manchetes internacionais: por ser alvo do primeiro desvio de um meio de transporte com objectivos políticos do mundo. Desconhece-se a sua rota e destino mas é fácil perceber que o ‘ataque’ saiu comprometido, nomeadamente quando foram desembarcados passageiros feridos na ilha de Santa Lúcia — por razões humanitárias — e quando o paquete se cruzou com um navio dinamarquês.
O barco seria detectado pela aviação da Marinha americana e sobrevoado desde então. Numa faixa de tecido branco colocada junto à ponte de comando lia-se ‘Santa Liberdade’.
Gorado o objectivo de se aproximar de África incógnito, rumou ao Recife e desembarcou os passageiros. Galvão obteve asilo político no Brasil e o Santa Maria foi devolvido. Chegou a Lisboa embandeirado em arco a 16 de Fevereiro com pompa e circunstância oficiais. Agastado com o eco internacional e a propaganda anti-regime, Salazar proferiu então o mais curto e lacónico discurso da sua longa ditadura política: “Portugueses! Temos de novo o Santa Maria entre nós!”
ANO NOME PAÍS MEDIDA PESO LOTAÇÃO
1962 France França 316m 66.348t 2.044
1940 Queen Elizabeth Reino Unido 314m 83.673t 2.273
1935 Normandie França 313m 79.280t 1.972
1936 Queen Mary Reino Unido 310m 80.774t 2.100
1952 United States Estados Unidos 301m 53.329t 1.928
1969 Queen Elizabeth 2 Reino Unido 293m 65.863t 2.005
1922 Majestic Reino Unido 291m 56.551t 2.150
1914 Leviathan Estados Unidos 289m 54.282t 3.889
1950 Liberté França 286m 51.839t 1.513
1929 Bremen Alemanha 286m 51.650t 2.200
1930 Europa Alemanha 286m 49.746t 2.024
1965 Michelangelo Itália 277m 51.000t 2.100
1913 Berengaria Reino Unido 280m 52.117t 4.594
1914 Aquitania Reino Unido 278m 45.647t 3.230
1965 Michelangelo Itália 277m 51.000t 2.100
1965 Raffaello Itália 275m 50.000t 2.050
1912 Titanic Reino Unido 269m 46.329t 2.603
1932 Rex Itália 268m 51.062t 2.308
1911 Olimpic Reino Unido 267m 45.324t 2.584
1960 Camberra Reino Unido 249m 44.807t 2.186
1932 Conte di Savoia Itália 248m 48.502t 2.200
1907 Mauretania Reino Unido 243m 31.938t 2.335
1927 Ile de France França 241m 43.152t 1.786
1960 Leonardo da Vinci Itália 240m 38.000t 1.500
1907 Lusitania Reino Unido 240m 31.550t 2.165
1922 Columbus Alemanha 236m 32.354t 1.792
1921 Paris França 235m 34.569t 3.233
1930 Empress of Britain Reino Unido 232m 42.348t 1.195
1938 Nieuw Amsterdam Holanda 231m 36.287t 1.220
1959 Roterdam Holanda 227m 38.645t 1.456
1912 France França 217m 23.769t 2.020
1926 Augustus Itália 216m 32.650t 2.210
1903 Baltic Reino Unido 221m 23.873t 2.800
1912 France França 217m 23.769t 2.020
1926 Augustus Itália 216m 32.650t 2.210
1926 Roma Itália 216m 32.583t 1.675
1953 Andrea Doria Itália 213m 29.083t 1.241
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.