Se a vocalista dos Entre Aspas participasse numa manifestação, levaria uma flor. A política é perigosa, sobretudo quando o poder cai nas mãos das pessoas erradas
Viviane nasceu em Nice, França, e foi lá que se estreou nas cantigas. Aos 13 anos, porém, veio com a família viver para o Algarve. Formou em 1990 os Entre Aspas juntamente com o companheiro, Tó Viegas, após vencerem um concurso de música moderna que lhes valeu um contrato discográfico com a BMG.
Com os Entre Aspas, Viviane gravou cinco álbuns de originais. Em paralelo, integrou os projetos Linha da Frente (com João Aguardela e Luís Varatojo), Camaleão Azul e Rua da Saudade (juntamente com Susana Félix, Mafalda Arnauth e Luanda Cozetti), dando voz às letras originais de Ary dos Santos no álbum ‘Canções de Ary dos Santos’.
Em 2005, iniciou carreira a solo, com o lançamento do álbum ‘Amores Imperfeitos’. Nove anos depois de terem anunciado a sua separação, os Entre Aspas anunciam agora o regresso aos palcos, que se vai traduzir numa nova digressão nacional e no lançamento de um ‘best of’.
*A resposta escolhida surge a sublinhado.
Pisou o palco pela primeira vez quando ainda vivia em França, na cidade de Nice, onde conheceu o fado e Carlos do Carmo, que atuava nessa noite. Na altura, tinha apenas 11 anos. Isso foi…
a) Uma aventura. Nessa altura, estava bem longe de seguir a carreira artística.
b) Uma obra do acaso. E o acaso, às vezes, escreve-se por linhas certas…
c) Senti a adrenalina do palco, e percebi nessa noite que a minha vida estaria ligada à música e aos espetáculos.
Depois de 20 anos de carreira musical com uma banda, a solo ou em projetos partilhados, fazer música…
a) É a única coisa que faz sentido continuar a fazer.
c) É o que me faz mais _feliz…
O que faria a Viviane sair à rua para gritar palavras de ordem?
a) A indignação pelas coisas a que estou a assistir neste País
b) O regresso da censura
c) A construção e aplicação de política cultural que sirva a cultura e os cidadãos.
E se saísse para a rua, além de gritar palavras de ordem, levaria…
a) O microfone.
b) O megafone.
O que mais lamenta em relação às novas gerações?
a) A precariedade das condições de trabalho e, consequentemente, de vida.
b) A incapacidade de alguns para sonhar e arriscar concretizar esses sonhos.
c) A inércia social e política.
Se encontrasse uma mala cheia de dinheiro, o que faria?
b) Assobiava para o lado e fazia de conta que não era nada comigo.
c) Dava tudo a uma instituição de solidariedade.
Qual a melhor coisa que poderia fazer por um sem-abrigo?
a) Dar-lhe casa.
c) Dar-lhe dinheiro.
O que a faz perder o sorriso?
a) O excessivo controlo de emoções, pessoas incolores, inodoras, insípidas…
b) A vitimização sempre que se é incapaz de reconhecer que somos todos um bocadinho culpados…
c) A falta de valores, de respeito, de ética.
Para si, a política é:
a) Algo com que já deixei de perder tempo.
b) Um mal necessário.
c) O bem comum.
d) Outra hipótese: Acho a politica interessante, mas é perigosa quando o poder cai nas mãos das pessoas erradas.
Morria e encontrava Deus. O que lhe diria?
a) Não me digas que cheguei ao Céu.
c) Finalmente, vamos ter uma conversinha.
Em qual destas frases melhor se revê?
a) De génio e de louco todos temos um pouco.
b) O génio é um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de suor.
c) O homem sonha a obra nasce.
Nasceu em França, viveu na cidade de Lisboa, mas mudou-se para o Algarve. Porquê?
a) Gosto do campo, gosto do mar. Inspiram-me.
b) Uma cidadã do Mundo vive em qualquer lugar.
c) Mudei-me quando fui mãe para estar perto da família e ter outra qualidade de vida
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.