António Mexia indica disponibilidade para continuar a presidir à EDP
Atual presidente executivo pretende continuar a ocupar o seu cargo.
O presidente executivo da EDP, António Mexia, indicou esta sexta-feira em Somiedo, Espanha, que está disponível para se manter à frente do grupo, se os acionistas o convidarem para continuar depois do final do atual mandato que termina este ano.
"Tudo depende dos acionistas, eles são os donos da empresa", começou por dizer António Mexia à agência Lusa no final da cerimónia para comemorar o centenário da central elétrica da EDP de La Malva, que foi presidida pelo rei de Espanha, Felipe VI.
O presidente executivo da EDP referiu depois que a "equipa que transformou, no fundo, a EDP a nível mundial, com uma liderança mundial, nomeadamente nas áreas das renováveis, é uma equipa, com certeza, que está motivada".
"Eu estou a falar de 12.000 pessoas e eu sou apenas uma delas. Eu estou tão motivado como as outras 12.000" pessoas que trabalham para o grupo EDP.
O rei de Espanha, Felipe VI, ligou hoje o interruptor para ligar as turbinas da central elétrica da EDP de La Malva, em Somiedo, nas Astúrias, num gesto simbólico para celebrar o centenário da unidade.
A central elétrica de La Malva esteve na origem do nascimento da empresa espanhola de produção de energia elétrica Hidrocantábrico e foi onde a EDP entrou como acionista em 2001 e passou a controlar três anos depois.
A EDP é proprietária de várias centrais hidroelétricas em Espanha com uma potência instalada total de 433 megawatt (MW).
Na cerimónia de comemoração dos 100 anos da central estiveram ainda presentes, entre outros, Álvaro Nadal, ministro de Energia de Espanha, e Javier Fernández, presidente do Governo do Principado das Astúrias.
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