BES: Fundo de resolução como a solução "possível"
Nuno Amado diz que foi a solução possível.
O presidente da comissão executiva do BCP e o vice-presidente da comissão executivo da Caixa defenderam esta sexta-feira uma "supervisão mais intrusiva" e consideraram que o modelo do fundo de resolução para o BES foi "o possível".
Os dois responsáveis da banca debateram esta sexta-feira na "escola de quadros" do CDS-PP, a ´rentrée' dos centristas, num painel sobre "o que aconteceu aos bancos em Portugal e no mundo ocidental".
"O modelo de resolução é o mais eficaz numa união bancaria que tenha dimensão, volume e, portanto, dispersão. No nosso caso, diria que foi a decisão, as decisões cumprem-se, as decisões seguem-se, não fomos nós que a decidimos, cumprimos a lei, vamos cumprir a lei", afirmou o presidente da Comissão Executiva do Banco Comercial Português, Nuno Amado. "Foi o possível", declarou.
No mesmo sentido, Nuno Fernandes Thomaz, vice-presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, considerou que "não vale a pena dizer se foi a melhor, ou se foi menos boa, a solução do fundo de resolução".
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