Fecho de refinaria da Galp e Covid-19 são "terramoto" para comércio de Matosinhos

Dirigente referiu que fecho da empresa significa desemprego, empobrecimento e prejuízo em diferentes negócios.

10 de fevereiro de 2021 às 11:05
Refinaria, Matosinhos, Maia, Comando Distrital de Operações de Socorro, CDOS, Galp, autoridades locais Foto: Direitos Reservados
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O anunciado encerramento da refinaria da Galp em Matosinhos, no distrito do Porto, a juntar à atual pandemia de covid-19 é uma "espécie de terramoto" para a restauração, hotelaria e comércio locais, disseram esta quarta-feira à Lusa representantes dos setores.

Se sem o atual estado pandémico o fecho do complexo petroquímico era "mau" para Matosinhos com a covid-19 vem causar uma "espécie de terramoto", considerou à Lusa o presidente da Associação Empresarial do Concelho de Matosinhos (AECM), Fernando Sá Pereira.

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Falando na "extrema importância" da refinaria para o concelho, o dirigente referiu que o seu fecho significa desemprego, empobrecimento e prejuízo em diferentes negócios.

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