Mário Centeno defende injeção repartida entre público e privado na TAP
Ministro das Finanças afirma que esta seria "a forma mais tranquila de conversar" sobre uma capitalização da empresa.
O ministro das Finanças, Mário Centeno, defendeu hoje que uma injeção repartida entre o acionista privado e o Estado seria "a forma mais tranquila de conversar" sobre uma capitalização da TAP, empresa impactada pela pandemia de covid-19.
Questionado, em entrevista à TSF, se uma injeção igual entre o acionista privado da TAP (consórcio Atlantic Gateway, de David Neeleman e Humberto Pedrosa) e o Estado seria o caminho mais adequado para a empresa, Mário Centeno respondeu que "essa seria seguramente a forma mais tranquila de conversar a respeito de uma empresa que é detida pelas duas partes".
"Seguramente quando temos uma empresa que é detida por vários acionistas, o papel dos acionistas é acudir às empresas quando elas estão em dificuldade", defendeu o também ministro de Estado, acrescentando que para manter "a estabilidade da governação da TAP [...] seria necessário que houvesse uma resposta das duas partes".
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