Segundo quadro mais caro da história vendido em 2025

‘Retrato de Elisabeth Lederer’, de Gustav Klimt, foi arrematado por 204 milhões de euros. Quadro de Leonardo da Vinci lidera ranking dos mais caros.

22 de fevereiro de 2026 às 01:30
Retrato de Elisabeth Lederer Foto: Sotherby’s/AP
‘Salvator Mundi’, de Leonardo da Vinci Foto: JUSTIN LANE/EPA
‘América’, sanita em ouro maciço Foto: Kristopher McKay

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O mercado de arte voltou a fazer história em 2025 com a venda em leilão do ‘Retrato de Elisabeth Lederer’, de Gustav Klimt, por 236,4 milhões de dólares (204 milhões de euros). Com este valor, o quadro confiscado pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e recuperado em 1980, apesar de ter entrado direto para o pódio das obras de arte mais caras vendidas em leilão, não atingiu nem metade do valor do primeiro lugar deste ranking: um quadro atribuído a Leonardo da Vinci - ‘Salvator Mundi’, que foi vendido por 450 milhões de dólares (390 milhões de euros), em 2017.

Mais dois quadros de Klimt foram vendidos por valores elevados: ‘Prado Florido’, por 86 milhões de dólares, e ‘Encosta da floresta em Unterach am Attersee’, por 68,3 milhões de dólares.

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As principais leiloeiras, entre as quais a Sotheby’s e a Christie’s, terão registado vendas no mercado de arte que ascenderam, no ano passado, a 13 mil milhões de dólares.

Mas nem só quadros ou esculturas atingem valores elevados em leilão. Outras peças de arte destacam-se pela sua provocação, como é o caso da sanita em ouro maciço de 18 quilates de Maurizio Cattelan, vendida por 12,1 milhões de dólares (10,4 milhões €). Outras pela sua história, como é o caso do ‘Ovo de Inverno’, de Fabergé, comprado por cerca de 26 milhões de euros, ou do relógio de ouro recuperado do ‘Titanic’, comprado por cerca de dois milhões de euros, um valor recorde entre os objetos do famoso navio. Entre as peças famosas que atingiram inesperadamente valores recorde em leilão contam-se ainda o vestido usado por Marilyn Monroe no filme ‘O Pecado Mora ao Lado’, que foi comprado por 5,6 milhões de dólares em 2011.

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