Sindicato considera que greve na Madeira é "inevitável"

Paralisação convocada para os dias 30 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.

29 de dezembro de 2014 às 18:20
Madeira, fogo-de-artifício, final do ano Foto: Hélder Santos/ASPress
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O dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria da Madeira declarou esta segunda-feira que a greve convocada para os próximos três dias na região "é inevitável", perspetivando uma boa adesão.

"Não obtivemos qualquer resposta oficial ou qualquer abertura por parte das entidades empregadoras para retomar as negociações antes da greve. Portanto, a greve é inevitável amanhã [terça-feira]", disse Leonel Nunes à agência Lusa depois de uma reunião de trabalhadores do setor, no Funchal.

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Segundo o sindicalista, a paralisação "está decretada a partir da meia-noite" e está também programada uma concentração às 10h30, junto ao Casino da Madeira, seguida de uma marcha até ao centro do Funchal.

O sindicato da Hotelaria da Madeira convocou a paralisação para os dias 30 e 31 de dezembro e 1 de janeiro, quando as unidades hoteleiras registam uma ocupação superior a 90%, na altura do principal cartaz turístico da ilha, o espetáculo de fogo-de-artifício na passagem de ano.

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