UM ANO DE PEX
O mercado não-regulamentado PEX, que completou ontem um ano de existência em Portugal, tem “pernas para andar” e pode tornar-se numa alternativa real, ultrapassadas que estão questões regulamentares e operacionais, consideram intermediários financeiros contactados pela Lusa.
Depois de um ano que consideram ter sido difícil e ficado aquém das expectativas, os membros parecem agora acreditar que o PEX - Private Exchange poderá descolar e ter maior liquidez. Pedro Duarte, da LJ Carregosa, corretora membro do PEX, refere que a liquidez “ficou muito abaixo das expectativas neste primeiro ano”, mas mostrou-se optimista para o segundo ano de actividade.
Carlos Firme, presidente da corretora Título, do Finibanco, deseja também que o mercado não-regulamentado tenha um segundo ano de actividade melhor que o primeiro. “Foi uma excelente ideia que teve a infelicidade de acontecer no momento errado”, coincidindo com a altura em que os intermediários financeiros se estavam a preparar para a migração da Euronext Lisboa e com um momento difícil para o mercado de capitais a nível global.
“É uma alternativa para a grande maioria das empresas do tecido empresarial português”, sublinhou Francisco Garcia dos Santos, da Fincor.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt