UM ANO DE PEX

O mercado não-regulamentado PEX, que completou ontem um ano de existência em Portugal, tem “pernas para andar” e pode tornar-se numa alternativa real, ultrapassadas que estão questões regulamentares e operacionais, consideram intermediários financeiros contactados pela Lusa.

20 de setembro de 2004 às 00:00
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Depois de um ano que consideram ter sido difícil e ficado aquém das expectativas, os membros parecem agora acreditar que o PEX - Private Exchange poderá descolar e ter maior liquidez. Pedro Duarte, da LJ Carregosa, corretora membro do PEX, refere que a liquidez “ficou muito abaixo das expectativas neste primeiro ano”, mas mostrou-se optimista para o segundo ano de actividade.

Carlos Firme, presidente da corretora Título, do Finibanco, deseja também que o mercado não-regulamentado tenha um segundo ano de actividade melhor que o primeiro. “Foi uma excelente ideia que teve a infelicidade de acontecer no momento errado”, coincidindo com a altura em que os intermediários financeiros se estavam a preparar para a migração da Euronext Lisboa e com um momento difícil para o mercado de capitais a nível global.

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“É uma alternativa para a grande maioria das empresas do tecido empresarial português”, sublinhou Francisco Garcia dos Santos, da Fincor.

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