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Correio da Manhã

Economia
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Autoridade fixa preços em 2010

A Autoridade Metropolitana de Transportes (AMT) de Lisboa vai definir no próximo ano os preços dos transportes. O novo organismo tomou posse há pouco mais de uma semana e já tem prioridades definidas: um inquérito à população e um plano de transportes, revelou ao CM o seu presidente, Carlos Correia.
6 de Julho de 2009 às 00:30
Uma das prioridades é a realização de um vasto inquérito à população
Uma das prioridades é a realização de um vasto inquérito à população FOTO: Pedro Catarino

A fixação dos preços dos transportes públicos, até agora da responsabilidade do Governo, foi transferida para as autoridades metropolitanas, organismos em que estão representados responsáveis do Estado e das autarquias. Mas outras competências passaram para estes organismos, como a fiscalização, o planeamento e a divulgação dos transportes urbanos.

O inquérito geral à mobilidade nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Sintra, Cascais, Amadora, Barreiro, Sesimbra e Almada visa conhecer as deslocações e em que tipo de transporte são feitas na área da Grande Lisboa. Outras das prioridades é, segundo Carlos Correia, o plano de deslocações, que irá definir a estratégia geral de transportes. Um documento complexo, que poderá demorar um ano a ficar concluído, mas cujo objectivo é regular a longo prazo.

FALTA DE MEMBROS PARALISA PORTO

A Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto continua paralisada depois de a Junta Metropolitana da cidade não ter indicado os membros para o conselho-geral, que nomearia um conselho executivo. A cerimónia chegou a estar marcada e os membros indicados pelo Ministério das Obras Públicas deslocaram-se à Invicta, mas a falta de comparência dos outros membros inviabilizou os trabalhos. Desde Janeiro que tem sido solicitado à Junta Metropolitana do Porto, liderada por Rui Rio, que indique os nomes dos seus representantes, o que ainda não aconteceu.

SAIBA MAIS

PROJECTO ANTIGO

O projecto para criação desta entidade, que organizará os transportes urbanos, tem vinte anos.

500 mil euros é o investimento previsto no PIDDAC para a Área Metropolitana de Transportes (AMTL) que iá fazer estudos que estão na base da futura contratualização do serviço público.

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