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Correio da Manhã

Economia
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Banca: Só a Caixa sente efeitos da greve

As entidades bancárias que operam em Portugal registaram um impacto mínimo ou quase nulo da greve geral, com todas, à excepção da Caixa Geral de Depósitos, a afirmarem que os balcões abriram e que todos os departamentos funcionam com normalidade.
24 de Novembro de 2010 às 14:34
greve, bancos, caixa, distribuição
greve, bancos, caixa, distribuição FOTO: d.r.

Fonte do BES garantiu à Lusa que a adesão à greve "foi mínima", com menos de duas dezenas de trabalhadores, num universo de cerca de 7.000, a aderirem ao protesto. "Nenhuma agência foi fechada e todos os departamentos estiveram operacionais", explicou a fonte.  

No caso do espanhol BBVA também não houve qualquer impacto da greve com a entidade a registar uma adesão "nula". "Não sentimos os efeitos da greve de forma nenhuma", disse uma fonte do banco espanhol à Lusa.  

Fonte oficial do Santander Totta adiantou que o "funcionamento está  a decorrer nos moldes normais". "Não sentimos qualquer impacto. Tudo está a funcionar normalmente e os balcões abriram todos", disse, explicando que só na quinta feira deverão ser quantificadas as eventuais ausências.  

A única excepção na banca é a Caixa Geral de Depósitos, onde 45% das  agências estão encerradas, como disse à Lusa fonte oficial do banco estatal. 

SECTOR DA DISTRIBUIÇÃO SEM PERTURBAÇÕES

Também no sector da distribuição os sinais apontam à quase normalidade. Fonte da Jerónimo Martins disse à Lusa que até ao momento a empresa "não sentiu qualquer impacto" da greve geral, com uma adesão "quase nula". 

"Todas as lojas estão a funcionar com normalidade", explicou a mesma fonte. "Dos fornecedores às lojas tudo está a funcionar com normalidade e as  entregas decorrem como habitual. O impacto (da greve) é nulo", disse.

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