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Correio da Manhã

Economia
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Barroso admite "alguma controvérsia" no imposto sobre transacções

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, admitiu esta sexta-feira que existe "alguma controvérsia" nas discussões no G20 sobre a eventual aplicação de um imposto sobre as transacções financeiras, apoiada pela União Europeia (UE).
4 de Novembro de 2011 às 13:00
Durão Barroso defendeu que a entrada em vigor do imposto deve ser vista como uma "forma de suportar crescimento"
Durão Barroso defendeu que a entrada em vigor do imposto deve ser vista como uma 'forma de suportar crescimento' FOTO: EPA

Barroso, que falava numa conferência de imprensa no dia final da cimeira de Cannes, no sul de França, defendeu que a entrada em vigor do imposto deve ser vista como uma "forma de suportar crescimento", mas admitiu que a proposta não é unânime no âmbito do G20.  

A criação de uma taxa internacional sobre transacções financeiras é reivindicada pela França e pelos governos de outros países europeus, nomeadamente o português. Os EUA e o Reino Unido têm-se mostrado relutantes perante a ideia.  

A proposta, adiantou no passado Durão Barroso, poderá render anualmente 55 mil milhões de euros.  

A cimeira de dois dias do G20 (grupo de 19 grandes economias mais a União Europeia, que em conjunto representam 80 por cento do PIB mundial), termina esta sexta-feira e está a ser dominada pela crise das dívidas soberanas europeias.

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