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Correio da Manhã

Economia
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BES considera desproporcionada busca de Garzón

O Banco Espírito Santo (BES) publicou ontem anúncios na Imprensa espanhola nos quais considera que as rusgas efectuadas na quinta-feira nas suas dependências em Madrid e Barcelona constituíram uma “acção desproporcionada” que causou desnecessária confusão na opinião pública.
5 de Novembro de 2006 às 00:00
Os anúncios, publicados nos principais jornais espanhóis, pretendem clarificar alguns aspectos sobre a rusga ordenada pelo juiz Baltasar Garzón, para inspeccionar “algumas contas de entidades clientes do banco”.
O BES recorda que o que motivou da acção se limitou à investigação de determinadas pessoas e sociedades, notando que “como resultado dessa actuação se bloquearam unicamente contas a clientes por um valor inferior a 5,5 milhões de euros, todas abertas em conformidade com a legislação vigente”.
Por isso o banco explica que “colabora no desenvolvimento destas acções com a tranquilidade de quem está, sempre esteve e estará empenhado no cumprimento da lei”. Nesse sentido, acrescenta, o BES “está na primeira linha do que são consideradas as melhoras práticas de cumprimento normativo em todo o Mundo”.
A entidade assegura que continuará a desenvolver a sua actividade diária com toda a normalidade, disponibilizando um contacto telefónico e a página da entidade na internet para mais informações.
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