Barra Cofina

Correio da Manhã

Economia
5

Cada residente deve 365 euros

O Município de Sobral de Monte Agraço deve encaixar perto de um milhão de euros com a receita do IMI e do IMT do último ano. O valor dos impostos é, aliás, a principal crítica dos munícipes sobre a gestão autárquica. O IRS está na taxa máxima, cinco por cento, tal como em 2012, e a taxa urbana de IMI está perto do máximo legal, fixando--se nos 0,4 por cento.
2 de Março de 2013 às 01:00

Serão 714 mil euros de receita de IMI a que se somam 311 mil euros do IMT, segundo as previsões de receita da autarquia. No total, o encaixe de todas as receitas da câmara será de 9 milhões de euros. Do Estado, recebe ainda 3 milhões de euros. Por outro lado, a dívida fixou-se nos 6,07 milhões de euros, dos quais cerca de metade são devidos à Banca: 2,89 milhões de euros. Com uma população de pouco mais de 10 mil habitantes, o endividamento líquido per capita está nos 365,68 euros.

Para os munícipes, em tempos de crise, o IMI está demasiado elevado para suportar. "Ainda não comecei a pagar esse imposto, mas o meu pai está numa casa sem condições e paga muito", confessa ao CM Maria José Mendes, de 34 anos. Para Miguel Marques, a câmara não pode fazer muito mais por- que todo o País está em crise. Mesmo assim diz que o pior são os transportes.

Quem vive em Sobral de Monte Agraço paga 0,52 euros no primeiro escalão de consumo doméstico de água - até 5 m cúbicos por mês -, mas a autarquia introduziu tarifas sociais para ajudar os mais carenciados. O preço mantém-se, mas o consumo neste escalão triplica até aos 15 metros cúbicos de água por mês.

Leia tudo na edição impressa do jornal 'Correio da Manhã'.

SOBRAL DE MONTE AGRAÇO CÂMARA DÍVIDA ÁGUA TARIFAS
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)