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Correio da Manhã

Economia
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Carmona vende património

O presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, disse ontem que a autarquia prevê arrecadar 120 milhões de euros até ao próximo ano com venda de património disperso, como casas e o loteamento de um terreno.
13 de Setembro de 2006 às 00:00
A medida destina-se a pagar dívidas de curto prazo, nomeadamente a fornecedores, que ascendem a 200 milhões de euros, enquanto o passivo total da autarquia ronda os mil milhões de euros.
Trata-se, segundo o autarca, de património disperso como casas da Câmara Municipal de Lisboa (CML) que não tinham utilização e que podem ser vendidas.
Na mesma situação estão alguns fogos da GEBALIS, empresa que gere os bairros municipais da cidade, que por vezes os moradores mostram vontade de adquirir, bem como um loteamento de iniciativa municipal que vai ser submetido hoje a reunião de câmara.
Esta proposta é subscrita pela vereadora com o pelouro do Urbanismo, Gabriela Seara, e visa aprovar um loteamento de iniciativa municipal em parcelas de terreno situadas na zona do Alto dos Moinhos.
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