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Correio da Manhã

Economia
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Comerciantes aplaudem livros de reclamações

Portugueses, indianos ou chineses, quase todos os comerciantes dizem concordar com a obrigatoriedade do livro de reclamações, a partir de domingo, mas nos locais onde isso já vigora, os clientes queixam-se de alguma má vontade.
31 de Dezembro de 2005 às 00:00
A gerente da loja chinesa Euroriente, em Santo António dos Cavaleiros, está bem informada: “Sei que a partir de 1 de Janeiro todos os estabelecimentos comerciais têm de ter um livro de reclamações.”
Apesar de, na generalidade, os comerciantes afirmarem não recear a medida, os consumidores queixam-se de que nem sempre é fácil obter o livro para reclamar. Maria João é uma consumidora que diz ter razão de queixa. “No início do mês numa discoteca em Coimbra pedi o livro de reclamações e só passado muito tempo e alguma discussão é que este me foi facultado.”
Praticamente todos os sectores da economia vão ficar, a partir de domingo, abrangidos pelo dever de disponibilizar aos clientes o livro de reclamações, o que será uma defesa acrescida para os direitos dos consumidores.
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