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Correio da Manhã

Economia
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Concurso para vigilância investigado pela PJ

O concurso para a segurança e vigilância do Metropolitano de Lisboa (ML) está a ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ), que já ouviu o presidente da empresa e um dos administradores foi constituído arguido, noticiou ‘O Independente’.
31 de Dezembro de 2005 às 00:00
A PJ efectuou há duas semanas buscas na sede do ML e numa empresa de segurança, a 2045, que presta serviço de vigilância e segurança no Metro da capital, tendo levado bastante documentação das duas firmas.
Na sequência destas deligências, Arnaldo Pimentel, um dos administradores do ML, foi constituído arguido, assim como Aragão Rodrigues, um dos administradores da 2045.
O que está em causa é a investigação dos contornos de um concurso público para a segurança e vigilância no ML. O negócio terá um valor aproximado de cinco milhões de euros e tinha como objectivo a prestação de serviços de segurança em várias linhas do Metro. O concurso terá sido feito em finais de 2004 e concorreram sete empresas e uma das vencedoras terá sido a 2045, empresa que tem entre os seus clientes várias câmaras municipais e o Ministério da Educação.
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