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Correio da Manhã

Economia
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Contabilistas vão de novo a votos

Dois candidatos vão agora à segunda volta: lista A e lista D.
Diana Ramos e Rita F. Batista 28 de Dezembro de 2017 às 08:38
Apesar de serem eleições históricas na Ordem dos Contabilistas Certificados, a abstenção manteve-se elevada (80%)
Paula Franco encabeça a lista A e teve 49,3% dos votos
José Araújo, da lista D, reuniu 21,3% dos votos
Apesar de serem eleições históricas na Ordem dos Contabilistas Certificados, a abstenção manteve-se elevada (80%)
Paula Franco encabeça a lista A e teve 49,3% dos votos
José Araújo, da lista D, reuniu 21,3% dos votos
Apesar de serem eleições históricas na Ordem dos Contabilistas Certificados, a abstenção manteve-se elevada (80%)
Paula Franco encabeça a lista A e teve 49,3% dos votos
José Araújo, da lista D, reuniu 21,3% dos votos
Os contabilistas vão voltar às urnas para eleger o novo bastonário da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). A primeira volta, no dia 20 de dezembro, não foi suficiente para haver uma maioria absoluta, o que obriga os profissionais a escolherem entre as duas listas mais votadas: a lista A e a lista D.

A eleição do conselho diretivo exige maioria absoluta, o que não aconteceu por poucas décimas. A lista A, com Paula Franco a candidata, teve 49,3% dos votos, seguindo-se a lista D, de José Araújo, que obteve 21,3%.

Com percentagens mais baixas ficaram a lista B, com 18,3% dos votos, e a lista C, em último lugar, com 11,1%. Assim, até ao final do mês de janeiro, os contabilistas certificados vão ter uma segunda volta de eleições para escolher o novo líder.

A atual Ordem dos Contabilistas Certificados começou por ser a Associação dos Técnicos Oficiais de Contas, há 20 anos, e António Domingues de Azevedo foi quem esteve sempre na liderança da entidade que regula a profissão. O ex-bastonário morreu em 2016 e, pela primeira vez na história da Ordem, houve mais do que duas listas a concorrer. Aliás, por várias vezes, apenas a lista de Domingues de Azevedo foi a votos.

A primeira volta das eleições ficou marcada por um processo de contencioso eleitoral, apresentado pela lista A, e pela polémica dos elevados salários praticados no anterior mandato.

Fonte da Ordem disse ao CM que dos 80 mil contabilistas só 16 mil votaram, o que representa uma abstenção de 80%.
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