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Artigo exclusivo

Contribuintes pagam lixo tóxico do BPN

Património dividido em quatro partes e vendido a preço de saldo. Leia mais no CM

22 de janeiro de 2013 às 01:00

Passados quatro anos após a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN), iniciou-se o processo que vai permitir saber quanto é que efetivamente o banco de Oliveira e Costa custou aos contribuintes portugueses. O Estado anunciou ontem as condições para venda dos ativos tóxicos do BPN, que somam mais de quatro mil milhões de euros. A sociedade pública Parvalorem dividiu a carteira de créditos em quatro lotes: créditos de empresas onde existam garantias (hipotecas), créditos de empresas sem qualquer garantia, créditos de particulares ou de empresários em nome individual com garantia (hipoteca) e créditos de particulares e empresários sem qualquer garantia.

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