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Correio da Manhã

Economia
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COOPERAÇÃO DE CIDADES LUSAS E GALEGAS

O Eixo Atlântico, organização intermunicipal luso-galega, disse que as 18 cidades que representa não devem competir entre si. No segundo plano estratégico para as cidades mais importantes da Galiza e do Norte de Portugal, os responsáveis do Eixo Atlântico põem a tónica na cooperação.
9 de Agosto de 2004 às 00:00
Deste modo, e não através da luta pela liderança, as cidades conseguirão “impulsionar o peso da euro-região no conjunto da União Europeia.” António Figueiredo, co-director do novo plano estratégico, disse anteontem, em Vigo, que “é fundamental a complementaridade entre todas as cidades do Eixo Atlântico.” Razão pela qual pediu aos governantes municipais que actuem nesse sentido.
“Não pretendemos a liderança política – frisou António Figueiredo – mas a ajuda dos políticos para levar a cabo esta união, até porque as 18 cidades da euro-região (Galiza e Norte de Portugal) estão condenadas a entender-se”.
A mesma fonte realçou as diferenças entre o Norte de Portugal e a Galiza no que diz respeito a investigação, desenvolvimento e inovação. Por tal motivo, também pediu um esforço de colaboração.
Conforme noticiou ontem o jornal ‘La Voz de Galicia’, presentemente, “a indústria têxtil e a automobilística são os sectores que mais movimentam e mais beneficiam a zona do Eixo Atlântico.”. Aliás, “Portugal tem a intenção de equiparar a sua indústria automóvel com a galega, tomando como exemplo a PSA-Citroen, apesar das diferenças no sistema empresarial.”
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