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Correio da Manhã

Economia
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COOPERATIVAS INDIGNADAS COM SEVINATE PINTO

As cooperativas e organizações do mundo rural transmontano estão indignadas com o Ministro da Agricultura e com a Confederação Agricultura Portuguesa (CAP) por se sentirem abandonados depois dos fogos florestais do último Verão e na regulamentação de um novo modelo de gestão dos Baldios.
31 de Janeiro de 2003 às 00:00
Num discurso vigoroso, alicerçado em documentos oficiais a que tivemos acesso, Albano Alvarez, presidente da Cooperativa Agrícola de Boticas,apontou o estado em que ficou o concelho de Boticas depois dos fogos florestais: "após o flagelo, a dinâmica esperada dos organismos que tutelam o sector (leia-se Ministério da Agricultura) tem sido para nós uma completa desilusão, face às promessas feitas na altura pelos responsáveis governamentais que se deslocaram ao terreno".

Olhando para o estado em que se encontram as matas do seu concelho, Albano Alvarez, diz que "ainda não foi retirado um quilo de madeira queimada, quando a promessa era de que no máximo de 30 dias após os incêndios esta começaria a ser escoada. As cinzas e crostas ardidas foram arrastadas pelas enxurradas do inverno, provocando poluição nas linhas de água.
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