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Correio da Manhã

Economia
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Cortes nos subsídios “não é uma medida de curta duração”

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, disse esta segunda-feira que os cortes nos subsídios de Natal e Férias para a Função Pública e os pensionistas acima de mil euros é uma medida “transitória”. No entanto, não colocou prazos definitivos para o seu fim, apesar da crença de que voltarão em 2014.
17 de Outubro de 2011 às 18:50
“É necessariamente uma medida transitória. No entanto, não é uma medida de curta duração. Estará em vigor vários anos”, disse Vítor Gaspar
“É necessariamente uma medida transitória. No entanto, não é uma medida de curta duração. Estará em vigor vários anos”, disse Vítor Gaspar FOTO: Duarte Roriz

"É necessariamente uma medida transitória. No entanto, não é uma medida de curta duração. Estará em vigor vários anos", disse Vítor Gaspar na apresentação do Orçamento do Estado de 2012, na sede do seu ministério em Lisboa.

"A suspensão dos subsídios de Natal é temporária. Por imposição do quadro legal nacional só pode ser uma medida temporária", realçou.

Segundo o ministro, a medida, anunciada por Pedro Passos Coelho na semana passada, permitirá realizar, na área das administrações públicas, a reestruturação "profunda" que o Governo diz ser essencial.

Apesar disso, Gaspar sublinhou que, se o cenário macroeconómico melhorar conforme o previsto pelo Governo, depois de 2013 "poderemos realizar o ajustamento orçamental em condições mais favoráveis". Ou seja, a medida foi tomada no âmbito do ajustamento para os próximos dois anos.

Assim, Vítor Gaspar espera que os funcionários públicos e pensionistas voltem a receber os seus subsídios.

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