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Correio da Manhã

Economia
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Costa diz que houve "confissões dos intervenientes" sobre as irregularidades na ESI

Governador não identificou nomes.
Diana Ramos 17 de Novembro de 2014 às 12:14
Carlos Costa, governador do Banco de Portugal
Carlos Costa, governador do Banco de Portugal FOTO: TIAGO PETINGA/LUSA

O governador do Banco de Portugal admitiu esta segunda-feira, no Parlamento, que as irregularidades na área não financeira do Grupo Espírito Santo (GES) foram conhecidas após a conclusão da auditoria externa à ESI e "no momento em que tiveram as confissões dos intervenientes".

O governador não identificou nomes, mas tal como o CM avançou, o contabilista da empresa, Francisco Machado da Cruz, tem sido um dos elementos que tem colaborado com os trabalhos de investigação do regulador.

Ainda assim, Carlos Costa garantiu aos deputados da comissão de inquérito "que o banco não esteve ausente do terreno".

A resposta do supervisor foi dada no seguimento das questões levantadas pelo deputado do PCP, Miguel Tiago, que pretendia saber desde quando é que o Banco de Portugal conhecia a existência de irregularidades no GES.

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