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Correio da Manhã

Economia
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Crescimento superior a 25 por cento

Miguel Melo Azevedo, presidente da CQ – Companhia das Quintas, falou ao CM sobre os vinhos desta marca.
26 de Novembro de 2006 às 00:00
Crescimento superior a 25 por cento
Crescimento superior a 25 por cento
Correio da Manhã – Os prémios atribuídos aos vinhos da Companhia das Quintas têm contribuído para mais vendas?
Miguel Melo Azevedo – Tendo em conta que a CQ é uma das empresas com mais prémios internacionais, é natural que esse facto seja muito importante no aumento de vendas, quer nos mercados externos quer no mercado interno. Na Noruega, recentemente, o Prova Régia foi considerado o vinho branco número um. Nos EUA, o Quinta de Pancas Premium obteve 94 pontos no Wine Enthusiast, uma classificação muito rara.
– Qual o volume de negócios da empresa?
– Em 2005, tivemos uma facturação de 11 milhões de euros. Este ano, devemos ficar em valores muito parecidos. Para 2007, prevemos um crescimento superior a 25 por cento, apoiado num forte programa de ‘marketing’ e num esforço adicional de penetração em mercados externos.
– Que marcas coloca a empresa lá fora?
– As principais marcas exportadas são as seguintes: Fronteira; Quinta do Cardo; Borlido; Quinta de Pancas; Prova Régia; Morgado Santa Caherina; Pegos Claros; Farizoa. Os principais mercados são: EUA; Angola; Bélgica; Holanda; Noruega; Suíça.
– A empresa tem um plano de expansão?
– Recentemente, adquirimos a Quinta de Pancas, uma das mais prestigiadas quintas produtoras de vinho em Portugal. Esta aquisição foi através da integração dos ex-accionistas de Pancas na estrutura accionista da Companhia das Quintas. Gostaríamos de mais transacções deste género e acreditamos que esta é a forma de maximizar valor.
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