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Correio da Manhã

Economia
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DURÃO ADMITE REVER DÉFICE

O primeiro-ministro reafirmou ontem que o objectivo definido pelo Governo para o défice de 2003 é de 2,4 por cento. No entanto, Durão Barroso admitiu que poderão ser feitos ajustamentos na política orçamental.
20 de Fevereiro de 2003 às 00:00
"Neste momento não se justifica alterar esses objectivos", declarou Durão Barroso, que desvalorizou as previsões da Comissão Europeia que alertam para o perigo de uma eventual derrapagem do défice público em 2003.

"Todos os a analistas internacionais estão a rever em baixa as perspectivas de crescimento e é possível que Portugal tenha que fazer algum ajustamento também mais tarde, mas neste momento não se justifica alterarmos esses objectivos", assinalou.

Durão comentava a aprovação por Bruxelas do Programa de Estabilidade português (PEC) 2003-2006, que alerta para os riscos de derrapagem do défice orçamental este ano.

A Comissão Europeia salienta que "as políticas económica e orçamental apresentadas no Programa actualizado são, em geral, coerentes com as Orientações Gerais para as Políticas Económicas" aprovadas em 2002 pela União Europeia.
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