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Correio da Manhã

Economia
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EMPRESAS DE TECNOLOGIA JÁ OFERECEM MAIS CONFIANÇA AO MERCADO

Norberto Fernandes, presidente da APDC, que promove o 14.º congresso das comunicações
9 de Novembro de 2004 às 00:00
Correio da Manhã – A questão da cidadania faz parte deste congresso. Por que é necessário reflectir nesta área?
Norberto Fernandes – Há duas áreas com que estamos preocupados: a da infoexclusão e a da acessibilidade das aplicações. Por um lado, temos problemas de aprendizagem com os novos mas também com adultos. Por outro, é necessário que todas as aplicações estejam disponíveis sem problemas, que possam ser usadas facilmente. Daí estarem na agenda.
– O que há de novo para relançar a proximidade entre as tecnologias de informação e o mercado de capitais?
– Já chegou o momento para analisar a forma como o mercado de capitais vê as comunicações. Gerou-se (depois da bolha) um pessimismo exagerado. Agora já passou algum tempo, já se reconheceram alguns erros, as empresas já se reorganizaram e até já apresentam resultados. Será talvez o momento para se voltar a discutir esta relação muito importante.
– O que é feito das ‘velhas’ questões do sector, nomeadamente regulatórias?
– Tem havido outros debates noutros locais sobre as questões regulatórias. E estiveram sempre presentes em congressos anteriores. Mas certamente que serão abordadas no congresso, no âmbito do debate do ‘Estado da Nação das Comunicações’. Teremos entre nós o novo presidente da Anacom, pelo que as questões regulatórias também deverão estar presentes.
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