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Correio da Manhã

Economia
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Comercializadores de gás de garrafa acusados de aumentarem margens durante confinamento

Margens atingiram cerca de 84%, 83% e 81% do preço de venda ao público antes de impostos, nas garrafas de propano de 11 kg, de butano de 13 kg e de propano de 45 kg.
Lusa 31 de Agosto de 2020 às 17:00
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Portugal, Espanha, preço, gás de garrafa, fosso, preço, economia FOTO: Getty Images
O regulador da energia acusa as empresas de gás engarrafado de terem aumentado as margens de comercialização no período do estado de emergência, em contraciclo com preços nos mercados internacionais, dando razão ao Governo que fixou preços máximos.

Em causa está o Relatório de Análise do Mercado de Gases de Petróleo Liquefeito (GPL) Embalado 2018-2020, cujas partes não confidenciais foram hoje publicadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que concluiu que as empresas de gás de garrafa aumentaram as margens de comercialização no período do estado de emergência, atingindo "valores particularmente elevados", em contraciclo com a evolução dos preços dos derivados nos mercados internacionais.

O documento revelou que, no período em causa, as margens atingiram cerca de 84%, 83% e 81% do preço de venda ao público (PVP) antes de impostos, nas garrafas de propano de 11 kg, de butano de 13 kg e de propano de 45 kg, respetivamente.

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