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Correio da Manhã

Economia
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Estado prejudicado em 200 milhões

O Ministério Público (MP) estima em 200 milhões de euros os prejuízos financeiros para o Estado causados pelas entidades investigadas no âmbito da “Operação Furacão”, apesar de 25 por cento já terem procedido a uma “regularização voluntária” dos impostos em falta.
10 de Setembro de 2008 às 14:25
Cândida Almeida dirige o DCIAP
Cândida Almeida dirige o DCIAP FOTO: Pedro Catarino

A informação foi divulgada esta quarta-feira pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que adiantou que, desde Outubro de 2005, foram feitas um total de 612 diligências, entre 290 buscas a empresas, 273 a residências, 31 a instituições bancárias, 16 a escritórios de advogados e duas a instalações de serviços médicos.

“Todas essas diligências se mostram repartidas pelo território nacional, revelando a difusão dos esquemas de fraude sob investigação”, assinalou o DCIAP.

As diligências representaram, acrescentou o DCIAP, “a verificação da situação contributiva de cerca de 150 sujeitos passivos entidades colectivas, em sede de IRC, e de cerca de 300 agentes sujeitos passivos singulares, cuja situação em sede de IRS foi verificada, sempre abrangendo, pelo menos quatro anos fiscais”.

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