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Correio da Manhã

Economia
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FARINHAS DA BSE EM ATERRO

O Ministério da Agricultura vai arrancar, nos próximos dias, com o plano para a eliminação de cerca de 122 mil toneladas de farinhas de carne e osso de animais suspeitos de estarem infectados com a encefalopia espongiforme bovina (BSE).
22 de Janeiro de 2003 às 00:00
Com a destruição destes resíduos animais, que se encontram depositados em 13 armazéns dispersos pelo País, o Estado vai gastar cerca de 13 milhões de euros até ao final do primeiro semestre de 2004, quando a eliminação destes materiais estiver finalizada. Executado e acompanhado pelo Instituto Nacional de garantia Agrícola (INGA), em conjunto com a Direcção-Geral de Veterinária, o plano dá prioridade à esterilização e deposição em aterro industrial banal da maior quantidade possível de farinhas armazenadas até 30 de Abril. A partir de 1 de Maio, a legislação comunitária proíbe a deposição em aterro de farinhas da BSE. Para Rui Berkmier, da Quercus, esta solução “não tem, em princípio, riscos para a saúde pública”. Mas o ideal é que as farinhas, depois de esterilizadas, sejam submetidas ao método de disgestão anaeróbica.
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