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Correio da Manhã

Economia
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Feira da Golegã deve cerca de 60 mil euros a fornecedores

Rui Medinas afirmou que a edição deste ano da Feira Nacional do Cavalo, agendada para novembro, não está em risco.
17 de Outubro de 2014 às 19:47
Feira da Golegã
Feira da Golegã FOTO: Diogo Ribeiro

A Associação da Feira Nacional do Cavalo, na Golegã, deve cerca de 60.000 euros a fornecedores e prestadores de serviços, incluindo cerca de 3.000 euros de gratificados a militares da GNR, disse esta sexta-feira à Lusa o presidente do município.

Questionado pela Lusa a propósito de um comunicado da Associação de Profissionais da Guarda (APG) que refere o "desrespeito" do município pelos profissionais da GNR, Rui Medinas disse "repudiar profundamente" os termos e a "confusão enorme" patentes no texto enviado esta sexta-feira à comunicação social pelo coordenador de Lisboa daquela associação.

O autarca disse à Lusa que todos os subsídios e apoios, tanto de empresas privadas como do município, relativos à Feira Nacional do Cavalo de 2013 foram penhorados pela Autoridade Tributária na sequência de uma ação inspetiva realizada em 2009 e relativa às contas dos anos de 2005, 2006 e 2007 da associação que organiza o certame, estrutura que é independente da Câmara Municipal.

Essa situação impediu que pudessem ser pagos os compromissos assumidos em 2013 pela associação (da qual é, desde outubro de 2013, presidente por inerência, como decorre dos estatutos). Rui Medinas disse à Lusa que a inspeção detetou "irregularidades" em impostos, em concreto IVA, IRS e IRC, tendo em relação ao IVA sido dada razão à contestação apresentada pela associação, correndo os outros dois processos ainda no Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria.

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