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Correio da Manhã

Economia
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Gastos com compras subiram 695 mil euros

Bens alimentares adquiridos a retalhistas ultrapassaram os 12,4 mil milhões de euros.
João Maltez 18 de Abril de 2019 às 01:30
Vendas a retalho registaram em 2018 uma subida de 3,4% face ao ano anterior
Damien Grahan cumpria uma ordem do tribunal que o proibia de se aproximar de lojas
Supermercado
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Os portugueses gastaram em 2018, comparativamente ao ano anterior, mais 695 mil euros nas compras que fizeram em estabelecimentos de venda a retalho, como supermercados ou lojas de eletrodomésticos.

Os dados constam do barómetro anual da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e mostram que o despendido total em bens alimentares e não alimentar ascendeu a 20 945 milhões de euros, mais 3,4% face a 2017.

No ano passado, as vendas do retalho alimentar subiram 2,8% para 12 403 milhões de euros, enquanto o não alimentar registou uma subida superior, de 4,3%, para 8 542 milhões de euros.

O crescimento neste segundo segmento, de acordo com Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED, mostra que "os consumidores foram à procura de bens de consumo mais duradouros", como os grandes eletrodomésticos, as televisões ou os equipamentos de telecomunicações. Só em smartphones foram gastos mais de 485 mil euros, uma subida de 8% face a 2017.

Ao nível dos produtos alimentares, os congelados foram a categoria que mais cresceu (6,1%) no ano passado. A explicação, segundo o diretor-geral da APED, citado pela Lusa, "tem a ver sobretudo com novos comportamentos dos consumidores".

Para Lobo Xavier, a vida que levam faz com que "procurem soluções mais rápidas". 

Promoções e marcas brancas em alta
Quase metade do que os portugueses compraram em supermercados e hipermercados em 2018 no ramo alimentar, o que correspondeu a um gasto superior a seis mil milhões de euros, estava em promoção.

Em 2017, os descontos representaram uma fatia de 45% das vendas dos retalhistas, subindo para 46,4% no final do ano passado. Dos bens adquiridos, 33,6% eram de marcas das próprias lojas.

Já quanto aos locais preferidos para fazer compras, os supermercados ganham, com 49,8% das preferências.
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