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Correio da Manhã

Economia
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IGT reclama mais dinheiro

Os inspectores e funcionários de inspecção do trabalho consideram que as verbas concedidas pelo Estado à Inspecção-Geral do Trabalho (IGT) são “insuficientes”.
24 de Janeiro de 2007 às 00:00
“O IGT tem um orçamento anual de 30 milhões de euros, dos quais apenas dez milhões são do Orçamento de Estado. O restante vem da Taxa Social Única e do valor das coimas arrecadadas pelos inspectores”, disse ontem Miguel Costa, vice-presidente da Associação Portuguesa de Inspectores do Trabalho (APIT).
“O Governo tem de assumir se quer ou não elementos de regulação. Se sim, então, tem de lhe dar meios, se não está a fingir”, concluiu o vice-presidente da APIT.
EMPRESAS PODEM FISCALIZAR
Desde ontem, as empresas já podem pedir à Segurança Social a nomeação de um médico para verificar a situação de doença de um funcionário que esteja de baixa. Cada fiscalização custa 40 euros. Segundo o ‘Jornal de Negócios’, as empresas poderão fazer este pedido aos serviços públicos, ou, caso não haja resposta num prazo de 24 horas, escolher um médico para fazer a avaliação médica.
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