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Correio da Manhã

Economia
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Impacto do fim das moratórias na banca será menor que esperado, diz CGD

Paulo Macedo fala de impactos "assimétricos" nas empresas e famílias, mas não causará um "problema" à banca.
Lusa 21 de Setembro de 2021 às 18:19
Paulo Macedo, CDG
Paulo Macedo, CDG FOTO: João Relvas / Lusa
O presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, afirmou esta terça-feira, no Algarve, que o fim das moratórias bancárias vai ter impactos "assimétricos" nas empresas e famílias, mas não causará um "problema" à banca.

Paulo Macedo expressou esta posição no Autódromo Internacional de Portimão, ao intervir na abertura do "Encontro Fora da Caixa", iniciativa da CGD para discutir a importância do turismo e que reuniu empresários e responsáveis do setor.

"O final das moratórias afetará muitas empresas e muitos particulares - por exemplo no caso da CGD houve mais de 2.000 pessoas que nos pediram para restruturar os seus créditos e, portanto, restruturámo-los -, mas em termos macroeconómicos diria não se espera que o fim das moratórias cause um problema nos bancos, como estava dito, ou cause um problema enorme", disse Paulo Macedo.

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