Injeção no Novo Banco é risco para o défice

Sem os juros da dívida a diferença entre a despesa e a receita foi positiva em 1,2 mil milhões de euros.
Por João Maltez|13.07.18
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Contas feitas à execução do Orçamento do Estado no primeiro trimestre de 2018 para o Conselho de Finanças Públicas (CFP) as indicações são positivas. Excluindo os juros da dívida, a diferença entre a despesa e a receita permitiu um excedente de 1,264 mil milhões.

O organismo liderado por Teodora Cardoso diz, porém, que há riscos no horizonte para o défice de 0,7% do PIB com que o Governo quer chegar ao fim do ano. Entre eles está a recapitalização do Novo Banco.

A injeção de 792 milhões de euros no banco herdeiro do BES foi concretizada a 24 maio de 2018, recorrendo ao Fundo de Resolução, entidade que, tal como recorda o CFP, se encontra incluída no perímetro das Administrações Públicas. Significa isto que esta operação deverá ter impacto negativo na execução orçamental do 2º trimestre de 2018.

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