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Correio da Manhã

Economia
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ISP QUESTIONA BOMBARDIER

Os trabalhadores da Bombardier não querem perder o direito ao fundo de pensões, para o qual descontam há anos, mesmo que rescindam os seus contratos de trabalho. Essa intenção foi já transmitida à empresa pelo Sindicato dos Metalúrgicos e Afins (SIMA), revelou ao Correio da Manhã fonte sindical.
5 de Julho de 2004 às 00:00
O SIMA quer ver imediatamente excluida a “cláusula n.º 6 do documento de Cessação de Contrato de Trabalho, ou seja, aquela que diz respeito ao Plano Complementar de Pensões”.
Com esta medida, ficaria assegurado um direito aos trabalhadores ainda no activo àquilo que muitos já lamentaram ter renunciado, aquando da rescisão do contrato.
O sindicato fundamenta esta sua posição num parecer do Instituto Português de Seguros (ISP) que garante que só aqueles trabalhadores que renunciarem voluntariamente a este direito o perdem. Todos os outros mantêm acesso a este fundo de pensões, parcialmente depositado no BPI.
Entretanto, aquele instituto quer ainda esclarecimentos sobre quais as medidas que “a Bombardier pretende tomar em relação ao fundo de pensões”, bem como quanto ao facto de se ter registado “um decréscimo significativo de participantes entre 1998 e 2003” em vez do expectável aumento.
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