Barra Cofina

Correio da Manhã

Economia

MAIOR INJUSTIÇA FISCAL

O economista Eugénio Rosa, consultor da CGTP, considera que o Orçamento de Estado (OE) para 2005 agrava a injustiça fiscal ao aumentar o peso dos impostos indirectos, que não têm em conta o rendimento dos contribuintes.
19 de Outubro de 2004 às 00:00
Um estudo do economista, enviado à Lusa, destaca que o peso dos impostos indirectos nas receitas fiscais aumentou de 58,2 por cento em 2002 para 60,9 por cento em 2005.
Eugénio Rosa acrescenta que nos impostos directos se verifica que o IRS praticamente mantém o seu peso nas receitas fiscais, passando de 26,4 por cento do total em 2002 para 26,3 por cento em 2005, enquanto o IRC (imposto pago pelas empresas) reduz o seu peso de 15,0 por cento para 12,7 por cento no mesmo período.
Rosa considera que a actualização dos escalões do IRS, na ordem dos 2 por cento, “é insuficiente”.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)