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Correio da Manhã

Economia
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Ministério da Economia gasta menos de metade em pessoal

O encargo anual com pessoal do actual ministério da Economia é de perto de 2,5 milhões de euros, número 55,4 por cento abaixo do que era gasto pelo anterior executivo, de acordo com um estudo feito pela tutela.
10 de Agosto de 2011 às 19:53
‘Superministério’ liderado por Álvaro Santos Pereira aglomera, além de Economia, os Transportes, as Obras Públicas e ainda o Trabalho
‘Superministério’ liderado por Álvaro Santos Pereira aglomera, além de Economia, os Transportes, as Obras Públicas e ainda o Trabalho FOTO: Lusa

O trabalho, ao qual a agência Lusa teve acesso, aponta para o actual ministério gastos anuais de 2,485 milhões de euros, que comparam com 5,573 milhões de euros do anterior Governo.          

Associada à descida dos encargos, que incluem os vencimentos de chefes de gabinete, adjuntos e assessores, entre outros, está uma queda no número de elementos do ministério, que cai de 115 para 59, menos 48,6 por cento.           

O ‘superministério’ liderado por Álvaro Santos Pereira aglomera, além de Economia, os Transportes, as Obras Públicas e ainda o Trabalho.

Recentemente, o ministro foi ouvido no Parlamento e questionado sobre o porquê de ter uma chefe de gabinete com um salário 50 por cento superior ao auferido pela sua antecessora.         

De acordo com o estudo a que a Lusa teve acesso, os assessores passam de 41 para 21 elementos e os adjuntos de 24 para 15, ao passo que colaboradores de gabinete e técnicos superiores deixam de existir com o actual Governo.        

O trabalho desenvolvido pelo ministério da Economia, e que ainda prossegue, diz que no anterior ministério da Economia existiam 52 elementos, ao passo que no das Obras Públicas a lista de trabalhadores ascendia a 37.

No gabinete da ministra do Trabalho e do secretário de Estado do Emprego, que transitam no actual Executivo para a Economia, os trabalhadores eram 26.         

O total destes "dois ministérios e meio" do anterior Governo de 115 funcionários compara, diz o estudo, com os 59 trabalhadores de agora: sete chefes de gabinete, 15 adjuntos, 21 assessores e 16 secretárias pessoais.        

A diferença de 55,4 por cento nos encargos anuais permite uma poupança de mais de três milhões de euros, diz o ministério tutelado por Álvaro Santos Pereira.      

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