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Correio da Manhã

Economia
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Monteiro de Barros irritado

Patrick Monteiro de Barros disse ontem em Vila Real que vai manter o acordo de confidencialidade imposto pelo Governo, mesmo estranhando algumas notícias vindas a público em relação à nova refinaria de Sines.
3 de Maio de 2006 às 00:00
“Temos um acordo de confidencialidade que nos foi imposto pelo Governo e por isso há uma grande estranheza por declarações que têm sido feitas, completamente fora de contexto. Eu rejo-me por regras, que são para respeitar. Temos uma data-limite a 30 de Maio para este protocolo sobre Sines. Até lá não faço comentários, porque entendo que há forma de encontrar soluções”, disse. Monteiro de Barros referia-se a notícias sobre os problemas de emissões de CO2 que a nova refinaria terá.
O empresário foi a figura principal de um colóquio organizado pela UTAD, Vila Real, onde defendeu que a energia nuclear é inevitável no nosso país. “Duas centrais nucleares reduziam o grau de dependência do petróleo e do gás natural, com a vantagem de ser mais barata, limpa e segura”. Já Susana Fonseca, da Quercus, defendeu que a energia nuclear não é sustentável ambiental e economicamente.
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