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Correio da Manhã

Economia
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Negociações para perdoar dívida grega

O presidente do Deutsche Bank, Josef Ackermann, está a liderar as negociações com vista ao perdão, até 50 por cento, da dívida grega. Um perdão que terá pouco impacto na situação portuguesa e que constituirá uma oportunidade para Portugal se demarcar da Grécia, na opinião de João Cantiga Esteves, professor de Finanças.
17 de Outubro de 2011 às 01:28

"A Grécia está numa situação de limite muito diferente da nossa. Portugal, pelo contrário, tem dado sinais de cumprimento e tem um plano que não está a ser posto em causa", afirmou Cantiga Esteves ao CM, adiantando que "é importante que o País continue determinado e não abrande o ritmo". O benefício que Portugal poderá obter reside na acalmia dos mercados, que é um dos objectivos do perdão que está a ser negociado para a dívida da Grécia, acrescenta o professor. Segundo o diário alemão ‘Bild’, citado pela EFE, a banca privada está disponível para aceitar um perdão até ao limite máximo de 50 por cento, faltando apurar se a decisão pode ser fechada até ao final da semana.

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